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Segurança Pública

‘Valeu a pena’, diz chefão da PM em Niterói, SG, Itaboraí e Cabo Frio

Dayse Alvarenga | Publicado em:

Gabriel Rechenioti



Visivelmente emocionado (interrompeu o discurso várias vezes para conter as lágrimas), o coronel Sylvio Guerra fez um balanço positivo ao deixar, na última quarta-feira (20), o Comando de Policiamento de Área (4° CPA), após quatro anos à frente do órgão responsável pelos batalhões de São Gonçalo, Niterói, Itaboraí e Cabo Frio (7°, 12° e 35° e25º BPMs) respectivamente. Ele assumiu a Subsecretaria de Comando e Controle que integra a cúpula da Polícia Militar. 

“Valeu a pena ter deixado a família em segundo plano com entendimento dela para que eu pudesse chegar aqui e apresentar o que foi apresentado. Estou muito orgulhoso, honrado e feliz por ter passado por esta unidade”, disse Guerra em relação aos números.



Guerra comentou ainda sobre outro detalhe em relação ao tempo recorde à frente do 4º CPA. “Passei por três comandantes-gerais, isto nunca existiu”, completou.

Além do recorde no 4º CPA, o coronel Sylvio Guerra também tem outra marca histórica: foi o comandante mais longevo do 12º BPM: dois anos e sete meses. 

Dificuldades

Sobre as dificuldades para alcançar a excelência, Guerra pontuou como principal abdicar de momentos da vida pessoal em prol do trabalho.



Em relação ao trabalho em si, ele destacou um episódio recente ocorrido no início deste ano: o aumento do roubo de veículos em São Gonçalo. “Tivemos que fazer um planejamento muito robusto para voltar aos números anteriores”, disse sem deixar de elogiar seu sucessor.

“Não tenho dúvidas que, pela competência e o conhecimento vasto que o coronel Luiz Octávio tem, ele vai administrar o 4º CPA com maestria, haja vista o número de unidades que já comandou”, disse.



Desafios

Ao assumir a Subsecretaria de Comando e Controle da PM, responsável pela parte tecnológica da corporação, Guerra adiantou novidades.

“Existe uma possibilidade de aumento da tecnologia que ainda vou entender melhor o que é mas já existe um planejamento para isso. A gente não tem como fugir de tecnologia. É um desafio muito grande mas, com os profissionais gabaritados que trabalham lá, a tendência é entregar as determinações do secretário da Polícia Militar e do Governo do Estado”, finalizou.

Dayse Alvarenga

Jornalista formada pela UFF e com passagens em outros jornais de Niterói e São Gonçalo nas funções de repórter, chefe de reportagem e editora. Também atuou como assessora de imprensa em agências de comunicação no Rio.

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