Skip to content

Segurança Pública

Policiamento é reforçado no enterro de advogado assassinado

Gabriel Villa Nova | Publicado em:

Quintanilha Filho



O policiamento foi reforçado na entrada do Cemitério São João Batista, em Botafogo, na Zona sul do Rio, nesta quarta-feira (28), onde familiares e amigos dão o último adeus ao advogado Rodrigo Marinho Crespo, de 42 anos, que foi assassinado a tiros.

Abalados, ninguém quis falar com a imprensa. O advogado foi morto com pelo menos 10 tiros na Avenida Marechal Câmara, no Centro do Rio, próximo ao prédio da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), na última segunda-feira (26).

O crime chocou a cidade, principalmente pela forma que foi executado em um das ruas mais movimentadas.

Leia+: Advogado é assassinado em frente ao prédio da OAB no Centro do Rio

Leia+: Advogado morto no Rio pode ter sido vítima de crime passional

Leia+: Assassino levou 14 segundos para matar advogado no Centro do Rio



No jazigo, diversas coroas de flores e mensagens de carinho foram deixadas para o advogado. “Em nome da OAB-RJ, expressamos nossas mais profundas condolências”, diz uma das faixas.

Segundo a polícia, o assassino efetuou 15 disparos. A ação foi rápida, durando apenas 14 segundos. A hipótese de latrocínio, que é o roubo seguido de morte, foi descartada.

Para o secretário de Segurança Pública do Estado do Rio, Victor Santos, o assassinato do advogado teria sido “planejado”.

De acordo com Santos, nenhuma linha de investigação é descartada, inclusive, um possível crime passional.

“O autor verificou a rotina da vítima e esperou o momento exato para praticar o crime, não deixando nenhuma forma de defesa”, pontuou.

Nova perícia

Mais cedo, a perícia e a Polícia Civil realizam uma perícia no apartamento do advogado, na Lagoa Rodrigo de Freitas. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC)

Quem era Rodrigo?

Rodrigo graduou-se em 2005 pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) e possuía especialização em direito civil empresarial pela Fundação Getulio Vargas (FGV). 

Ele liderava as defesas em casos relacionados à posse, aquisição de bens materiais, indenização por danos materiais e confissão de dívidas.

Ainda não está claro se sua atuação profissional foi o motivo do crime. Em comunicado, a OAB-RJ informou que Luciano Bandeira, presidente da ordem, está acompanhando o desenrolar do caso e mantendo contato com o secretário de Segurança Pública do estado, Victor César dos Santos.

Notícias Relacionadas

Últimas Notícias

Região

Veja a previsão do tempo para Niterói e Rio nesta semana

Oportunidades estão distribuídas por diferentes regiões da cidade e incluem 211 postos exclusivos para pessoas com deficiência.
Rio

Rio tem 1.799 vagas de emprego, incluindo 500 para PCD

Ministério do Meio Ambiente investiga possível atuação organizada por trás dos focos de fogo. Operação já extinguiu 292 incêndios, mas oito permanecem ativos no estado.
Brasil & Mundo

Incêndios no Amazonas: força-tarefa abre 120 procedimentos para investigar suspeitos

Descarte de lixo eletrônico nos Correios é gratuito em 6.868 agências. Serviço recebe celulares, notebooks e outros aparelhos de até 30 kg.
Brasil & Mundo

Correios passam a receber lixo eletrônico gratuitamente em todo o Brasil