Skip to content

Segurança Pública

PM de folga é assassinado após discussão em bar na Zona Oeste

Redação | Publicado em:

Reprodução

 





image


generate image?eliteImageId=62015&web=true&timestamp=1692978881456



align left
align center
align right
|
fullscreen
fullscreen







left



Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda:
Alinhar à direita:
Alinhar ao centro:
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Conteúdo Sensível:



 

O policial militar Diego Pereira Teixeira foi assassinado em um bar no bairro Largo do Matadouro, em Boa Vista, na Zona Oeste do Rio, na noite desta quinta-feira (24). 

Segundo a PM, a vítima estava de folga quando ocorreu o crime, próximo ao Largo do Bodegão. Ele estava na companhia de um amigo e um primo. 

Testemunhas relataram que houve uma discussão no estabelecimento, momentos antes. Ainda não foi informado quais pessoas teriam participado do desentendimento.

Na sequência, dois homens em uma motocicleta passaram atirando contra o soldado. Diego era lotado no 31° BPM (Barra da Tijuca). Ainda não há informações sobre o sepultamento. 

Uma equipe do 27º BPM (Santa Cruz) disse que foi acionada para o Hospital Pedro II, na mesma região, para onde o agente foi levado. No entanto, Diego não resistiu aos ferimentos.

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) instaurou inquérito para apurar as circunstâncias da morte do policial militar. Diligências estão em andamento para apurar a autoria e esclarecer os fatos.

Com a morte de Diego, chega a 36 o número de policiais militares vitimados este ano.

Notícias Relacionadas

Últimas Notícias

Niterói

‘Começar do zero’: mães temem prejuízos a terapias de crianças após mudança da Unimed em Niterói

Brasil & Mundo

Dedeco, youtuber de futebol, morre aos 33 anos

Mega-Sena acumula e pode pagar R$ 170 milhões neste domingo (18)
Brasil & Mundo

Mega-Sena: veja onde foi feita aposta que levou prêmio de mais de R$ 324 milhões

Brasil & Mundo

‘Lista suja’: governo ameaça restringir crédito a empresas por assédio eleitoral após explosão de denúncias