Skip to content

Segurança Pública

CanEcko! Bandidos são presos com caneca em homenagem a miliciano

Redação | Publicado em:

Ouvir notícia

Ouvir notícia
via grupo Enfoco

 





image


generate image?eliteImageId=33123&web=true&timestamp=1649285709171



align left active
align center
align right
|
fullscreen
fullscreen







left



Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda: true
Alinhar à direita: false
Alinhar ao centro: false
Fullscreen:
Fullscreen Exit:



 

Dois homens ligados à milícia de Luís Antônio da Silva Braga, o Zinho, acusado de comandar o maior grupo paramilitar do Estado, foram presos nesta quarta-feira (6) em Cosmos, na Zona Oeste do Rio. A dupla estava com armamentos pesados e uma caneca com fotos dos milicianos mortos Carlos Alexandre da Silva Braga, o Carlinhos Três Pontes, e Wellington da Silva Braga, o Ecko, ambos irmãos de Zinho. 

Cabral e Léo 10, como foram identificados, foram presos por equipes da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas (Draco). Com eles a polícia também encontrou roupas táticas, facas e relógios.

De acordo com a polícia, a localidade na qual os milicianos foram encontrados era usada para reserva de armamento. A dupla não resistiu à prisão. 

De Liga da Justiça ao Bonde do Ecko

Carlinhos Três Pontes e Ecko são antigas lideranças da maior milícia do Rio. O primeiro esteve à frente do grupo paramilitar entre os anos de 2014 e 2017, quando foi morto pela Polícia Civil. 

Carlinhos herdou a milícia conhecida como Liga da Justiça, que tinha esse nome em referência ao grupo de super-heróis dos quadrinhos chamado Liga da Justiça. Investigações da Polícia Civil apontam que o grupo paramilitar começou pelos irmãos e políticos Jerominho Guimarães e Natalino Guimarães, entre 1995 e 1996.

Em seguida, os ex-policiais militares  Ricardo Teixeira Cruz e Aldemar Almeida dos Santos, conhecidos respectivamente como Batman e Robin, passaram a comandar aquela que acabara de se tornar a maior milícia do Rio. Batman foi preso em 2009, quatro anos depois da morte de seu aliado Robin. 

Com a prisão de Ricardo Batman, o miliciano Toni Ângelo de Souza Aguiar, que também ex-policial militar, passou a chefiar a Liga da Justiça. O ex-PM foi baleado e preso em 2013. 

A história de Wellington da Silva Braga, o Ecko, na milícia, começa em 2017 após a morte do irmão. Ao assumir a organização criminosa, o grupo passa a ser conhecido como temido ‘Bonde do Ecko’. A polícia atribui mais de cem morte aos comandados por Ecko. 

Ele foi morto em 2021, durante uma operação da Força-Tarefa da Polícia Civil, criada pelo Governo do Rio para combater a milícia. 

Com a morte de Ecko, Zinho passou a ser o principal nome do Bonde do Ecko. Ele é procurado pelas forças de segurança do Estado. 

Notícias Relacionadas

Últimas Notícias

Adestramento de cães
Niterói

Inscrições abertas para adestramento gratuito de cães em Niterói

São Gonçalo

São Gonçalo abre 16 vagas para jovem aprendiz

Competição de pesca em Maricá
Esportes

Competição de pesca esportiva agita Maricá neste domingo

Rafael Marinha é músico
Niterói

Músico de Niterói conquista vaga em festival internacional na Alemanha