A passagem da Imperatriz Leopoldinense pela avenida terminou com questionamentos sobre a logística na área de dispersão do Sambódromo da Marquês de Sapucaí. A agremiação informou que enfrentou dificuldades para deixar o local após encontrar alegorias posicionadas à frente, o que teria causado interrupção no fluxo e impacto na evolução final.
De acordo com a escola, três carros da Acadêmicos de Niterói estariam parados no trecho destinado à saída, bloqueando a passagem logo após o encerramento do desfile. A situação, segundo a direção, provocou uma paralisação estimada em cinco minutos.
A manifestação foi divulgada nas redes sociais em nota assinada pela presidente Catia Drumond e pela diretoria. No comunicado, a administração informou que entrou em contato com a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa) para relatar o ocorrido e registrar oficialmente a reclamação.
A escola avalia se o episódio pode trazer reflexos na apuração e afirmou que estuda “as providências cabíveis para resguardar seus direitos” dentro do processo oficial do Carnaval. Confira a nota completa abaixo.
Segunda a desfilar na noite de domingo (15), a tricolor de Ramos levou para a Avenida um enredo em homenagem ao cantor Ney Matogrosso, com alegorias e alas inspiradas na trajetória artística do intérprete. A apresentação transcorreu normalmente até a chegada à dispersão, onde, segundo a agremiação, ocorreu o entrave operacional.
Em nota enviada ao Enfoco, a Liesa informou que não se manifesta, neste momento, sobre o caso. “Questões envolvendo eventuais recursos e regulamento só são comentadas na apuração”, declarou a entidade.
A Acadêmicos de Niterói não retornou até a publicação desta matéria.