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Erika Figueiredo - Filosofia de Vida

O futuro do Brasil

Redação | Publicado em:

Canva

Estou há quase dois meses nos Estados Unidos, e aqui nos chegam notícias e informações as quais, infelizmente, por conta de perseguições políticas a opositores e limitação da liberdade de expressão, não chegam ao Brasil.

O nosso país, em virtude de uma série de escolhas equivocadas, encontra-se em uma situação extremamente difícil, no cenário mundial, adotando posturas de apoio a ditaduras e criminosos, críticas aos Estados Unidos e a Israel, defesa do Hamas e do Irã, e tantos outros movimentos, os quais estão culminando num isolamento e até mesmo, na possibilidade do rompimento das relações diplomáticas com os EUA.

Tarifaço

A taxa de 50%, imposta sobre as exportações brasileiras, pelos Estados Unidos , entra em vigor nesta sexta-feira, dia primeiro de agosto. Trump vê Lula como um perigo para o mundo democrático, para as relações comerciais e para a liberdade, e uma das formas mais eficazes de demonstrar isso é a que sempre foi utilizada, desde a criação do mundo: a sanção econômica.

Uma vez que os EUA, defensores do mundo livre e da prosperidade, percebem os movimentos de alinhamento de Lula, com o que há de pior na esfera de poder mundial: Rússia, China, Irã, Venezuela e outros, seu presidente decidiu agir. E as consequências estão apenas começando.

Trump só tem um mandato e deseja deixar um legado. Para isso, tem pressa. Defensor do capitalismo e da liberdade de expressão, enxerga que o Brasil caminha para um caminho terrível, associado ao narcotráfico, à corrupção, à criminalidade desenfreada, ao terrorismo e ao autoritarismo.

Evidentemente, a situação não chegou a esse ponto em um dia ou dois. Mas, diversos governos de esquerda, aliados à corrupção endêmica e à crescente impunidade, ao aumento do tráfico de drogas e a perda das liberdades, geraram um terreno fértil, para que o cenário atual germinasse. Na atualidade, Lula defendeu a adoção de outra moeda para o comércio e apoiou Kamala Harris, chamando Trump de nazi-fascista, durante a campanha presidencial dos EUA.

Hoje, temos uma possibilidade concreta de isolamento , no tabuleiro mundial . Isso terá efeitos devastadores sobre a economia e a política. Sobretudo para a sobrevivência do cidadão comum, pagador de impostos ( cada vez mais elevados, para sustentarem a roubalheira), trabalhador e impotente diante da situação. A fuga de talentos nunca foi tão grande, assim como a de capital. O prognóstico é péssimo e como a história se repete, muitos de nós já sabemos onde isso pode terminar.

Nesse contexto, o Presidente brasileiro tenta capitalizar em cima da crise, colocando a culpa da situação em Donald Trump , recusando-se a negociar e vendendo os ativos brasileiros ( e as terras e minérios raros) para a China. Faz piada, ofende Trump, envia senadores que não são sequer recebidos na Casa Branca, pois a crise escalou tantos degraus, que agora é tarde. Para remediar, acena aos empresários com “incentivos fiscais” que somente jogarão a economia brasileira no ralo.

Lula quer aumentar sua popularidade e para isso, não se importa de destruir o Brasil, desde que ganhe as eleições. Aguardemos os próximos capítulos -que prometem ser terríveis para nós – e oremos.

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