Dança das cadeiras na Rede Globo assusta: quem será a próxima vítima?

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Dança das cadeiras na Rede Globo com mudança de apresentadores em bancadas. Fotos: Rede Social

Como já foi dito por esse colunista que vos fala, Tadeu Schmidt vai assumir o BBB em 2022, a apresentadora Maju Coutinho vai para o Fantástico e a surpresa é que o jornalista César Tralli ficará responsável pelo Jornal Hoje.

Até então, César Tralli apresenta o noticiário local da capital paulista, o SP1. Com a saída de Tralli, um dos nomes cotados para assumir a bancada do jornal é Marcelo Cosme, que atualmente apresenta o Em Pauta, no canal de TV por assinatura GloboNews.

Vale lembrar que a Globo antecipou a saída de Fausto Silva no dia 17 de junho, que até então tinha contrato firmado até dezembro. E no dia 22 de julho, Luciano Huck foi anunciado como o apresentador do ‘Domingão do Huck’, já em exibição. No lugar dele, aos sábados, entrou Marcos Mion, que deixou a Record em janeiro de 2021.

E como nada é tão ruim que não possa piorar, Tiago Leifert, que havia assumido o Domingão do Faustão, também anunciou o fim do contrato com a emissora, em 9 de setembro. O motivo? É pessoal!

Prejuízo

A Globo registrou um prejuízo altíssimo, de R$114 milhões somente no primeiro semestre, ou seja, alta de 122% em relação ao mesmo período de 2020, quando perdeu R$51 milhões.

A empresa cortou cerca de R$ 281 milhões em pessoal de janeiro a junho. Os dados foram divulgados ao mercado no início de setembro.

Em comunicado oficial, o grupo afirmou que ‘a companhia manteve seus esforços na busca pela eficiência e, apesar de a pandemia ainda estar em curso, foi possível manter o alto padrão de segurança nos estúdios, permitindo a continuidade de projetos de conteúdos originais, programas ao vivo e reality shows’.

Goboplay

Ainda no comunicado, a plataforma de streaming da emissora, o Globoplay, afirma ter conquistado mais espaço no mercado. Em março deste ano, os assinantes assistiram a 253,3 milhões de horas de conteúdo, ou seja, uma alta de 119%, uma marca bem alta, já que no mesmo mês de 2020 foram assistidos apenas 115 milhões de horas.

Demissões

Já virou tradição o processo demissional que acontece anualmente no grupo Globo, sempre no mês de novembro. Sem contar o desgaste na batalha contra o governo Jair Bolsonaro, que se arrasta desde 2018, promovendo a debandada de fiéis seguidores do presidente.