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Segurança Pública

Ônibus são queimados no Rio após morte do miliciano ‘Pipito’

Redação | Publicado em:

Reprodução


O miliciano conhecido como “Pipito”, apontado como sucessor de Luiz Antônio da Silva Braga, o “Zinho”, acabou morrendo em troca de tiros com policiais civis da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco), nesta sexta-feira (7). Ele foi encontrado na Favela do Rodo, em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio. Em represália, ônibus foram queimados. 

Segundo a Polícia Civil, no momento da abordagem, “Pipito” atacou os agentes e houve confronto. O criminoso foi atingido e chegou a ser socorrido para um hospital da região, mas não resistiu. A ação contou com apoio da Subsecretaria de Inteligência (Ssinte).


Além dele, outros dois milicianos ficaram feridos e precisaram ser socorridos. Eles seriam seguranças de “Pipito”, estavam fortemente armados e participaram do confronto. Ambos foram detidos, e contra um deles havia um mandado de prisão pendente, informou ainda a Polícia Civil. 

Ônibus queimados 

Em represália à morte do miliciano, três ônibus foram sequestrados e utilizados como barricadas na Avenida Antares, em Santa Cruz, segundo informações da Rio Ônibus. Um deles foi queimado.

Quando um sobrinho de “Zinho” morreu em outubro do ano passado foi uma situação semelhante: 35 ônibus foram queimados. As cenas de terror, que chocaram o Rio, teriam sido comandadas por “Pipito”.

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