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Segurança Pública

Polícia localiza “resort” do traficante Peixão durante operação na Baixada Fluminense

Redação |

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Divulgação / Polícia Civil

A Força-Tarefa Cerco Total, formada por delegacias especializadas da Baixada Fluminense, realiza nesta quarta-feira (7) mais uma fase da Operação Torniquete, na localidade conhecida como Buraco do Boi, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Durante a ação, policiais civis localizaram a construção de um espaço de lazer atribuído ao traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, conhecido como Peixão. Até o momento, a operação resultou na prisão de três criminosos e na apreensão de um fuzil.

Participam da ação agentes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Baixada Fluminense (DRE-BF), da Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos de Automóveis da Baixada Fluminense (DRFA-BF) e da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas da Baixada Fluminense (DRFC-BF). O objetivo é enfraquecer a atuação de facções criminosas envolvidas com tráfico de drogas, roubos de cargas e de veículos.

Criminosos capturados em área de mata

Durante as buscas, os policiais localizaram três suspeitos escondidos em uma área de mata, portando um fuzil. No mesmo local, os agentes identificaram uma área em construção que estaria sendo utilizada como espaço de lazer pelos criminosos, equipada com churrasqueira e piscina.

O local apresentava pichações com a frase “exército de Israel” e a Estrela de David, símbolo religioso que, segundo as investigações, vem sendo apropriado por integrantes da facção liderada por Peixão como forma de identificação do grupo criminoso.

Além das prisões, a operação também tem como um de seus alvos a captura do criminoso conhecido como “CB”, apontado como líder do tráfico na comunidade e considerado um dos principais aliados de Peixão na região.

Operação Torniquete

A ação integra a segunda fase da Operação Torniquete, que tem como foco o combate aos crimes de roubo, furto e receptação de cargas e veículos, considerados fundamentais para o financiamento das facções criminosas, disputas territoriais e manutenção financeira de integrantes presos ou em liberdade.

De acordo com a Polícia Civil, desde setembro de 2024, a operação já resultou em mais de 740 prisões, além da recuperação de cargas e veículos avaliados em quase R$ 45 milhões. As ações também ultrapassaram R$ 70 milhões em bloqueio de bens e valores ligados às organizações criminosas.

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