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Niterói

Capivara se refresca em piscina de casa em Niterói; vídeo

Redação | Publicado em:

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O tempo não estava quente, mas uma capivara adulta de cerca de 85 quilos resolveu se refrescar na piscina da casa de um morador de Itaipu, na Região Oceânica de Niterói. Agentes da Guarda Municipal foram acionados no fim da tarde da última terça-feira (29) e realizaram o resgate do animal, que foi reintroduzido em área de proteção.

Os agentes da Coordenadoria de Meio Ambiente da Guarda Municipal de Niterói foram acionados através do número 153 do Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) da Prefeitura de Niterói. Eles reintegraram o animal em área de Proteção Ambiental no Canal de Camboatá.



A Guarda Municipal segue um procedimento específico para cada tipo de ocorrência. Após serem acionados, os agentes capturam o animal, que, em seguida, tem suas condições físicas avaliadas pela equipe. Neste caso, o animal apresentava boas condições físicas e, ao ser reintegrado, se adaptou facilmente ao seu habitat.

Caso não apresente ferimentos, o animal é reintegrado à unidade de conservação mais próxima. A Guarda Ambiental orienta a população a não interagir com animais silvestres, para evitar ferimentos ou estresse, o que poderia resultar em agressões. Em casos de avistamento, a recomendação é entrar imediatamente em contato com os agentes para o resgate.

A Coordenadoria Ambiental da Guarda Municipal informa que, ao encontrar um animal silvestre, a população deve ligar para o número 153, do Centro Integrado de Segurança Pública (CISP), para que o resgate seja realizado de forma correta. Os agentes são treinados e capacitados para a captura e reabilitação desses animais.

“Nossos agentes são treinados e sabem como agir com cada tipo de animal. Atuamos de uma forma específica e o local onde o animal foi solto é um dos escolhidos por nossas equipes para reintegrarmos vários animais silvestres e mantermos a fauna”, explicou o subinspetor da Guarda Municipal, Jociley Neves.

Entre as espécies mais resgatadas estão capivaras, corujas, gambás, tartarugas, cobras, gaviões, bichos-preguiça e tamanduás, entre outras. Após a captura, os animais passam por uma avaliação veterinária e, caso estejam bem, são devolvidos ao seu habitat natural nas unidades de conservação.

Se apresentarem ferimentos ou estiverem debilitados, são encaminhados para instituições parceiras, como o Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS) ou o Instituto Vital Brazil, caso se trate de uma cobra venenosa. 

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