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Brasil terá mais de 4 milhões de vacinas até início de março

Redação | Publicado em:

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A remessa contará com 2,7 milhões de doses da vacina do Instituto Butantan. Foto: Arquivo/Marcelo Tavares



O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, confirmou que o Brasil terá à disposição mais 4,7 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 entre o fim de fevereiro e o início de março. A informação foi dada em reunião com a Frente Nacional dos Prefeitos (FNP) na manhã desta sexta-feira (19), realizada de forma virtual.



A remessa contará com 2,7 milhões de doses da vacina do Instituto Butantan, produzidas no Brasil, e 2 milhões da vacina da AstraZeneca/Oxford, importadas da Índia pela pasta. De acordo com o ministro, todas as vacinas dessa nova entrega serão destinadas apenas para a aplicação da primeira dose, para acelerar o processo de vacinação no Brasil.



“Neste novo momento da campanha, a vacina do Butantan será aplicada em dose única, com o objetivo de ampliar a vacinação e atender ainda mais brasileiros. Com isso, entramos em março com a expectativa de vacinar novos grupos. Serão disponibilizadas mais 4,7 milhões de doses para estados e municípios”, disse.



A segunda dose do Butantan será aplicada de 14 a 28 dias após a primeira, conforme orientação do fabricante. A pasta receberá em março mais 21 milhões de vacinas do Instituto, que deve garantir a segunda rodada de imunização. Já o imunizante da AstraZeneca possui um tempo maior de aplicação da segunda dose, com prazo de até três meses. O laboratório deve disponibilizar no próximo mês mais 18 milhões de doses produzidas na Fiocruz e importadas.



Além das vacinas, durante a reunião o ministro garantiu aos prefeitos que fará o pagamento dos leitos de UTI Covid-19 de janeiro a março. O encontro também contou com a presença do secretário-executivo do Ministério da Saúde, Elcio Franco, do secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros, do secretário de Atenção Primária à Saúde, Raphael Parente, da coordenadora do PNI, Francieli Fontana, além de representantes do Conass e Conasems.


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