O feriado prolongado promente movimentar 674 mil veículos que deverão cruzar a Ponte Rio-Niterói a partir desta quinta-feira (30) até a próxima segunda-feira, 4 de maio, segundo as estimativas técnicas da concessionária que administra o trecho.
O fluxo principal é direcionado a Niterói e aos municípios da Região dos Lagos. Diante do aumento da demanda, o planejamento logístico individual é apontado como medida essencial para mitigar riscos de imprevistos e garantir a fluidez do deslocamento.
As diretrizes da concessionária Ecovias Ponte recomendam que condutores organizem cronogramas de viagem com antecedência. A orientação visa evitar os intervalos de maior saturação da via, permitindo uma melhor experiência durante o feriado prolongado do Dia do Trabalho, celebrado no dia 1º de maio.
Dias de maior movimentação na Ponte
A fase de saída para o feriado inicia-se nesta quinta, data em que se espera o maior índice de movimentação do período, com cerca de 155 mil veículos circulando majoritariamente no sentido Niterói. A tendência de alta densidade no tráfego deve se manter estável ao longo de sexta-feira e sábado, seguindo o padrão de deslocamentos sazonais na região.
No domingo, o fluxo permanece elevado e distribuído ao longo do dia. A projeção para o retorno, na segunda-feira (4), indica uma concentração de 146 mil veículos. Os especialistas alertam que os intervalos entre 5h e 18h representam os períodos mais críticos, com maior probabilidade de lentidão em toda a extensão da via.
Fiscalização
Paralelamente, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) deflagra nesta quinta-feira (30) a Operação Dia do Trabalho em âmbito nacional. Até o domingo (3), o efetivo estará mobilizado em ações de prevenção a sinistros e fiscalização rigorosa nas rodovias federais, que inclui a Ponte.
O foco estratégico da PRF nesta edição é a redução de colisões traseiras, tipo de acidente com maior recorrência estatística na malha federal. Dados oficiais indicam que, no primeiro trimestre de 2026, foram registrados 17.518 acidentes de trânsito no país, dos quais 3.374 foram colisões traseiras, um incremento de 3,05% em comparação ao mesmo período de 2025.