A partida desta quarta-feira (1) entre Inglaterra e RD Congo veio para mostrar que não é só o futebol do continente americano que vive de grandes emoções. Perdendo por mais de 70 minutos, a vitória por 2 a 1, de virada para os europeus, apareceu no brilhantismo de Harry Kane, que mostrou que o centroavante precisa apenas de 11 minutos para manter o próprio país vivo na Copa do Mundo.
Os congolês se manteram na frente pela maior parte do tempo regulamentar, após Brian Cipenga marcar logo no início do 1° tempo, aos 7 minutos de confronto. Ambos os times se dedicaram para criar jogadas e modificar o placar, o Congo buscando ampliar a vitória e os ingleses uma chance de recuperação com um empate.
Uma das oportunidades para a Inglaterra veio com o próprio Kane, que aos 42 minutos, recebeu uma chance de ouro nos pés, que invadiu a pequena área, mas acabou travado pelo goleiro Mpasi. O lance, inclusive, repercutiu negativamente na imprensa inglesa, que acompanhava a transmissão ao vivo de longe.
Segundo os britânicos, Mpasi atingiu apenas as pernas do centroavante, em um penalti claro que não foi marcado pelo juíz Adham Makhadmeh.

Kane decide para a Inglaterra
Para infelicidade do RD Congo, o sentimento de injustiça dos ingleses sentida na primeira etapa não foi suficiente para barrar Harry Kane na segunda metade da partida. O camisa 10 precisou de duas bolas: um cruzamento, aos 30 minutos, e uma jogada individual, aos 41, para definir a classificação da Seleção da Inglaterra.
Agora, com o alívio desintalado do peito, eles se preparam para enfretar o México, pelas Oitavas de Final da competição, no próximo domingo (5), às 21h, pouco depois do confronto entre Brasil e Noruega.