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Segurança Pública

Criminosos que incendiaram gráfica em Niterói são presos

Redação | Publicado em:

nvestigação da 76ª DP identificou envolvidos em ação que causou prejuízo estimado em R$ 300 mil. Polícia apura participação de outros suspeitos.
Policiais da 76ª DP prenderam suspeitos de envolvimento em furto e incêndio em uma gráfica no Centro de Niterói. Foto: Reprodução

Policiais civis da 76ª DP (Niterói) prenderam, na última quarta-feira (29), dois homens suspeitos de envolvimento no furto, seguido de um incêndio criminoso, da MRS Gráfica, conhecida como Gráfica do João, localizada na Travessa Alberto Vitor, em frente à Secretaria Municipal de Fazenda, no Centro de Niterói. Segundo a investigação, a ação teria provocado um prejuízo estimado em aproximadamente R$ 300 mil ao proprietário do local.

O caso começou a ser apurado após o registro da ocorrência, que apontou que a gráfica teria sido invadida durante a madrugada. Após a entrada dos criminosos, o imóvel foi incendiado.

Durante as investigações, os agentes analisaram imagens de câmeras de segurança e realizaram levantamentos de inteligência para identificar os responsáveis.

A apuração indicou que o incêndio pode ter sido provocado com a intenção de destruir possíveis vestígios do furto. A polícia também investiga a hipótese de que o ato tenha relação com uma possível represália ao proprietário do estabelecimento.

Segundo a investigação, no dia anterior ao crime, o dono da gráfica teria impedido uma tentativa de furto de um aparelho celular praticada por um dos envolvidos.

De acordo com a Polícia Civil, um dos presos foi localizado nas proximidades do local onde ocorreu o crime. Levado à delegacia, ele teria confessado participação na ação e informado que retirou dois ventiladores do estabelecimento.

Ainda segundo os investigadores, o homem possui mais de dez registros policiais relacionados ao crime de furto, indicando reincidência nesse tipo de ocorrência.

Após a identificação dos envolvidos, os agentes também localizaram e prenderam o segundo homem, apontado como um dos participantes da ação.

“Eu vejo a prisão como uma boa forma de olhar a cerelidade da Polícia Civil que trabala com o que tem nas mãos. Ela funciona por que tem pessoas sérias trabalhando na corporação. Somente a Polícia Civil e os amigos que temos foram quem nos ajudaram. Tive um prejuízo de mais de R$ 150 mil só de equipamentos”, disse João Luis Darze Bazhuni, dono da gráfica.

A família do empresário criou uma vakinha para poder arrecadar o valor necessário para comprar os equipamentos e recomeçar. Até esta sexta-feira (31), o valor arrecadado era de R$ 9.200,00. Quem quiser ajudar pode acessar a vakinha (clique aqui) para fazer a colaboração.

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