Um novo vazamento em uma tubulação interna voltou a afetar o abastecimento de água neste sábado (24). Segundo a Cedae, uma manutenção emergencial está sendo realizada na Estação de Tratamento de Água (ETA) Guandu, que opera atualmente com 73% da capacidade.
De acordo com a Rio+Saneamento, concessionária responsável pela distribuição de água nas regiões atendidas pelo Sistema Guandu, o vazamento foi identificado durante a manhã e provocou uma nova interrupção no fornecimento para bairros da Zona Oeste do Rio e para o bairro Canto do Rio, em Seropédica, na Baixada Fluminense.
Apesar de a estação continuar em funcionamento parcial, os principais impactos são sentidos na distribuição de água que atende à Zona Oeste.
Ainda segundo a Rio+Saneamento, o fornecimento estava em processo de recuperação gradual desde a tarde de sexta-feira (23), quando a ETA Guandu voltou a operar com 100% da capacidade após a conclusão de uma manutenção emergencial na quinta-feira (22).
Com o novo vazamento, a previsão é que o abastecimento seja normalizado em até 72 horas após a retomada integral da produção de água na estação. O prazo poderá variar conforme a localidade, principalmente em regiões mais elevadas e nas extremidades da rede de distribuição.
A Cedae informou que o vazamento foi identificado em um ponto diferente daquele que passou por reparos na quinta-feira. A produção de água deverá ser restabelecida gradualmente após a conclusão do serviço.
Veja os bairros afetados
Na Zona Oeste do Rio, os bairros que podem ser impactados são:
- Bangu
- Barra de Guaratiba
- Campo dos Afonsos
- Campo Grande
- Cosmos
- Deodoro
- Gericinó
- Guaratiba
- Ilha de Guaratiba
- Inhoaíba
- Jardim Sulacap
- Jabour
- Magalhães Bastos
- Paciência
- Padre Miguel
- Pedra de Guaratiba
- Realengo
- Santa Cruz
- Santíssimo
- Senador Camará
- Senador Vasconcelos
- Sepetiba
- Vila Kennedy
- Vila Militar
A Rio+Saneamento informou que reforçará o abastecimento por meio de caminhões-pipa, com prioridade para serviços essenciais.
A concessionária também recomenda que os moradores utilizem a água de maneira consciente durante o período de instabilidade e adiem atividades que não sejam essenciais e que exijam maior consumo.