Uma semana depois de conquistar a prata na etapa da Copa do Mundo em Tashkent, o Brasil voltou ao pódio neste domingo (19). Em Baku, o conjunto de ginástica rítmica garantiu mais uma medalha de prata na série de cinco bolas e confirmou o bom momento na temporada.
Com apresentação ao som de “Feeling Good”, o grupo formado por Maria Eduarda Arakaki, Maria Paula Caminha, Mariana Gonçalves, Julia Kurunczi e Sofia Pereira recebeu nota 26.350. O resultado deixou o Brasil atrás apenas de Israel, que levou o ouro com 26.650. A equipe da casa fechou o pódio com o bronze (24.450).
O resultado confirma a evolução do conjunto, que já havia conquistado a prata na semana anterior, em Tashkent. A técnica Camila Ferezin destacou o desempenho na série simples, considerada uma das mais desafiadoras.
“Com certeza esta é uma medalha de prata com significado diferente, e muito relevante. Conseguimos na série simples, o que atesta evolução e significa que alcançamos maior consistência justamente num aparelho que tem sido desafiador para todos os países. Agora é retornar à base, fazer os ajustes necessários e dar continuidade ao trabalho, sempre acreditando na vaga olímpica”, comemorou.
Além da prova de cinco bolas, o Brasil também disputou a final mista. Após a prata na etapa anterior, o conjunto terminou em quinto lugar em Baku, com nota 25.950. Houve uma mudança na formação: Nicole Pírcio entrou no lugar de Mariana Gonçalves. O ouro ficou com a Espanha, seguida por Rússia e Bulgária.
No individual, Maria Eduarda Alexandre chegou às finais da bola e da fita, mas terminou em sétimo nas duas. No geral, ficou em 12º lugar, com 106.750 pontos, sua melhor marca até aqui. Bárbara Domingues fechou a participação em 17º, com 104.350.
O próximo desafio do Brasil será em casa. A equipe disputa o Pan-Americano de ginástica rítmica, no Rio de Janeiro, que servirá como preparação para o Mundial de Frankfurt, em agosto, classificatório para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028.