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Esportes

Ministro confirma Copa América no Brasil com quatro cidades-sede

Redação | Publicado em:

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Brasil foi campeão da última Copa América, também disputada no país. Foto: Lucas Figueiredo/CBF



O Ministro-chefe da Casa Civil, Luiz Ramos, confirmou na tarde desta terça-feira (1º), em publicação no Twitter, a realização da Copa América em solo brasileiro. Segundo a postagem, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Distrito Federal e Goiânia serão as cidades-sede da competição.



O presidente da república, Jair Bolsonaro, já havia dado indícios de que o torneio seria sediado pelo Brasil.



– Fui instado no dia de ontem pela CBF. Conversei com todos os ministros interessados. Da nossa parte, positivo. No que depender de mim, e de todos os ministros, inclusive da Saúde, está acertado, haverá [a Copa América] – disse Bolsonaro durante solenidade no Palácio do Planalto.



As partidas serão realizadas sem presença de público, com portões fechados. No entanto, a Conmebol segue pleiteando a presença de convidados – assim como na final da Copa Libertadores, entre Palmeiras e Santos, disputada no Maracanã. Na ocasião, cerca de 2.500 pessoas estiveram presentes nas arquibancadas do Mário Filho.





Outro ponto que segue sem maiores explicações são as limitações planejadas por Luiz Ramos. Segundo ele, antes mesmo de confirmar a realização da Copa América no Brasil, a intenção era impor algumas condições – como limitar as delegações a 65 pessoas por país e que todos estejam vacinados. Durante o evento no Planalto, no entanto, Bolsonaro negou que as restrições sejam tão rígidas.



– Todos os meus ministros são favoráveis à Copa América no Brasil com os mesmos protocolos das Eliminatórias e da Libertadores. Caso encerrado – alegou Jair, citando competições onde não há as restrições citadas por Ramos.



Desta forma, a competição entre seleções sul-americanas volta a território brasileiro após a última edição, em 2019, vencida pelos comandados de Tite. Argentina e Colômbia dividiriam a responsabilidade; no entanto, argentinos desistiram devido ao avanço do novo coronavírus no país, enquanto os colombianos enfrentam grave instabilidade política gerada por protestos contra a nova reforma tributária do país.


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