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Aditivo de contratos da Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) assinado, até o momento, por 74 municípios gaúchos esconde das populações uma cláusula que deverá impactar fortemente às tarifas além dos reajustes anuais da conta de água pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) já previstos até 2027.
A denúncia é do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Purificação e Distribuição de Água e em Serviços de Esgoto do Estado do Rio Grande do Sul (Sindiágua-RS) e da Frente em Defesa da Água e do Saneamento.
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Além da chamada “cláusula do aumento da tarifa”, a de número 48 do aditivo geral, as entidades ainda salientam que a maioria dos prefeitos chancelaram a proposta sem o aval dos legislativos municipais.
Isso, segundo o presidente do Sindiágua-RS, Arilson Wünsch, demonstra um processo que “atropela” os ritos necessários para um processo complexo como o da privatização de uma empresa responsável pelo bem-estar e saúde da sociedade.
“As comunidades envolvidas devem ser ouvidas, assim como as agências reguladoras, onde houver, precisam também dar o seu aval”, afirma.
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