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    Operação Loki

    Polícia mira golpistas no Rio por prejuízo de R$ 4 milhões

    Estelionatários também atuam em outros estados do Brasil

    Publicado 18/12/2024 às 10:31 | Autor: Enfoco
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    De acordo com a 41ª DP (Tanque), o grupo criminoso opera há pelo menos dois anos e emprega métodos sofisticados para dar credibilidade aos golpes
    De acordo com a 41ª DP (Tanque), o grupo criminoso opera há pelo menos dois anos e emprega métodos sofisticados para dar credibilidade aos golpes |  Foto: Reprodução / TV Globo

    A Polícia Civil do Rio realiza nesta quarta-feira (18) a "Operação Loki" para cumprir oito mandados de busca e apreensão contra uma quadrilha de estelionatários envolvida em fraude no financiamento de veículos. Segundo as investigações, o grupo já causou um prejuízo de R$ 4 milhões ao utilizar os CPFs e os documentos dos carros das vítimas para cometer os crimes.

    A denúncia aponta que o grupo atua no Rio de Janeiro e em outros estados do Brasil. O esquema criminoso é liderado por uma mulher e envolve o uso de "laranjas" e pessoas que, cientes das atividades ilegais, fornecem seus dados pessoais para facilitar a compra e venda de veículos por meio de financiamento.

    O golpe é executado por meio da simulação de um contrato de compra e venda de veículos, onde o automóvel é utilizado como garantia de dívida. No entanto, o veículo utilizado como garantia pertence a uma terceira pessoa, que não tem conhecimento sobre a transação.

    Essas vítimas ficam surpresas ao descobrir que seus bens foram comprometidos, enfrentando restrições tanto na instituição financeira quanto no Departamento Estadual de Trânsito (Detran), o que resulta em prejuízos estimados em milhões de reais.

    De acordo com a 41ª DP (Tanque), o grupo criminoso opera há pelo menos dois anos e emprega métodos sofisticados para dar credibilidade aos golpes. Os criminosos manipulam imagens de veículos semelhantes usando inteligência artificial e alteram as placas dos carros das vítimas para enganar as instituições financeiras durante o processo de financiamento.

    As autoridades seguem com as diligências para reunir mais evidências e identificar todos os envolvidos na prática criminosa.

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