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Operação Lei Seca registra mais de 240 casos de alcoolemia no RJ

Redação | Publicado em:

Fiscalizações ocorreram entre sexta-feira (2) e domingo (4) em diferentes municípios; São Gonçalo teve o maior índice, com 19,42%.
Operação Lei Seca realizou 33 fiscalizações em municípios do estado do Rio de Janeiro entre os dias 2 e 4 de outubro. Foto: Divulgação

A Operação Lei Seca realizou 33 fiscalizações entre sexta-feira (2) e domingo (4) em diferentes municípios do estado do Rio de Janeiro. Ao todo, 2.207 condutores foram abordados, com 1.137 multas registradas e 249 casos de alcoolemia identificados. O número representa 11,28% dos motoristas abordados durante as ações.

Entre os 249 casos, um apresentou índice considerado criminal. Os outros 248 foram classificados como alcoolemia administrativa.

São Gonçalo teve maior índice

São Gonçalo registrou o maior percentual de alcoolemia entre os municípios destacados no balanço. Foram 40 casos entre 206 condutores abordados, resultando em um índice de 19,42%.

Em Duque de Caxias, foram identificados 17 casos entre 113 abordagens, com índice de 15,04%. Já em Itaguaí, 16 dos 116 motoristas abordados apresentaram alcoolemia, correspondendo a 13,79%.

No município do Rio de Janeiro, foram realizadas 24 fiscalizações. Ao todo, 1.685 condutores foram abordados e 172 casos de alcoolemia foram identificados, o equivalente a 10,21%. As ações na capital também resultaram em 829 multas.

Rio Bonito teve 52 abordagens e três casos de alcoolemia, com índice de 5,77%. Niterói e São João de Meriti também receberam operações durante o período.

Recusa ao teste foi a principal ocorrência

Dos 248 casos classificados como alcoolemia administrativa, um ocorreu após a detecção de álcool pelo etilômetro. Os outros 247 casos foram registrados por recusa ao teste.

A recusa e a constatação administrativa de alcoolemia estão sujeitas às penalidades previstas no Código de Trânsito Brasileiro.

Entre as medidas estão multa de R$ 2.934,70, suspensão do direito de dirigir por 12 meses e recolhimento da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

O veículo também fica retido até que seja apresentado outro condutor habilitado e em condições de dirigir.

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