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Explicação dos dados está na ação mais estratégica e tecnológica da tropa, segundo a PM - Foto: Divulgação / PMERJ

Um levantamento da Polícia Militar do Rio de Janeiro mostrou um dado curioso: entre 2020 e 2025, o número de fuzis apreendidos saltou 223%, enquanto os confrontos armados caíram 31,7%.

Só em 2025, foram retirados das ruas 811 fuzis, um recorde histórico, e registrados 2.058 confrontos, quase mil a menos que em 2020.

Segundo a PM, a explicação está na ação mais estratégica e tecnológica da tropa. Drones, câmeras noturnas e softwares avançados têm permitido operações mais cirúrgicas, reduzindo trocas de tiros, mas mantendo o combate ao crime pesado.

Os lugares com mais apreensões continuam os mesmos: Zona Oeste, parte da Zona Norte da capital e Baixada Fluminense, com destaque para o 41º BPM (Irajá) e o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope). Em megaoperação no Alemão e Penha, 93 fuzis foram recolhidos de uma só vez.

Outro alerta: mais de 50% das armas estavam em áreas do Comando Vermelho, 95% vêm do tráfico internacional e 35% são os chamados fuzis “Frankenstein”, montados com peças diferentes.

“A apreensão de fuzis é uma ação estratégica da Corporação que demonstra o empenho da nossa tropa. Temos o compromisso de intervir nestes confrontos para garantir a segurança da sociedade. Cada fuzil apreendido representa vidas que são salvas”, destaca o secretário da PM, coronel Marcelo de Menezes Nogueira.

Redação

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