Dois homens foram presos pela Polícia Civil, na manhã desta quinta-feira (7), acusados de agressão e homicídio, em Maricá, na Região Metropolitana do Rio. O crime, que ocorreu em 4 de novembro de 2023, teve desfecho três anos depois.
As prisões foram realizadas por policiais da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG), que deflagraram uma operação para cumprimento dos mandados de prisão preventiva. A ação, coordenada pelo Delegado Titular, Dr. Rômulo Assis, e pela Delegada Assistente, Dra. Danielle Peres.
As prisões foram realizadas por policiais da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG), que deflagraram uma operação para cumprimento dos mandados de prisão preventiva. A ação, coordenada pelo Delegado Titular, Dr. Rômulo Assis, e pela Delegada Assistente, Dra. Danielle Peres.
Como aconteceu o crime em Maricá
As investigações apontam que na ocasião do crime, após alteração de ânimos em um bar na Rua Capitão Mello, no bairro Recanto de Itaipuaçu, a vítima, identificada pelas iniciais C.B.P.D.J, acabou agredida pela dupla, incluindo golpes de arma branca. Embora tenha sido socorrida e encaminhada ao Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara, ele não sobreviveu à gravidade dos ferimentos.
O processo de identificação dos acusados foi viabilizado pelo cruzamento de dados e análise técnica de imagens fornecidas pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (CIOSP) de Maricá. Os registros audiovisuais, somados ao inquérito policial, permitiram que a Polícia Civil vinculasse a dupla diretamente ao confronto que culminou na morte da vítima.
Segundo a polícia, a localização dos foragidos foi possível após um trabalho estratégico de monitoramento realizado pelo Grupo de Investigação de Niterói/Maricá, com apoio do Setor de Capturas da especializada. A dupla foi interceptada no bairro de Itaipuaçu, encerrando o período de fuga.
Após o processamento das formalidades legais na sede da DHNSG, os detidos serão transferidos para o sistema penitenciário estadual. Ambos permanecem agora à disposição do Poder Judiciário para o prosseguimento do rito processual.