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Segurança Pública

Mãe luta por justiça para filho assassinado no Rio

Redação | Publicado em:

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Luiz Henrique Baptista
Luiz Henrique foi morto na Estrada Grajaú-Jacarepaguá. Foto: Arquivo Pessoal



A violência no Rio de Janeiro não dá trégua e mais uma mãe chora a morte de um filho assassinado. Raquel Alves, de 44 anos, mãe de Luiz Henrique Pereira Baptista Alves, de 24, prepara uma mobilização para pressionar o poder público, em busca de respostas e justiça para o filho morto na autoestrada Grajaú-Jacarepaguá, na madrugada do último domingo (22).



O jovem voltava da Barra da Tijuca, na Zona Oeste, depois de comemorar com amigos a aprovação de um deles em um concurso militar. Luiz Henrique era professor de Educação Física e dava aulas em academias do Rio.



De acordo com amigos, eles voltavam por volta das 5h pela via, quando o veículo em que estavam foi interceptado por outro, que parou na frente deles revelando um homem que desceu do carro armado. Ainda segundo as testemunhas, o suspeito apontou a arma no que seria um assalto. No entanto houve um disparo, que entrou pelo canto da porta dianteira e acertou o pescoço do jovem, sentado no banco do carona. Luiz Henrique chegou a ser levado para um hospital particular na região, mas não resistiu.



“Ainda consegui gritar pra se abaixarem quando eu vi a pistola. Depois olhei pro lado pra ver o Luiz e vi o disparo. Entramos em desespero e fomos direto para o hospital”, explicou um amigo da vítima, que preferiu ter a identidade preservada.



Após o disparo da arma o suspeito teria desistido da investida e fugiu do local.



A mãe de Luiz Henrique conta que desde a tragédia envolvendo o filho a polícia ainda não deu qualquer retorno sobre as investigações.



“Ele era muito estudioso e querido nas academias em que ele dava aulas. Todos os alunos estão arrasados e até agora não recebi nenhum retorno da polícia. Não vou deixar meu filho ser mais uma estatística”

Raquel Alves, mãe da vítima.



Pelas redes sociais, Raquel deu início a uma campanha para chamar a atenção para que a morte do filho não fique impune. Em nota, a Polícia Civil se limitou a dizer que as investigações estão em andamento e a cargo da Divisão de Homicídios da Capital.


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