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Investigações realizadas pela Polícia Federal (PF) e o Ministério Público apontaram que o grupo de milicianos chefiado por Luís Antônio da Silva Braga, o Zinho, comprava armas e realizava o pagamento via PIX. Além disso, os criminosos conseguiam monitorar operações policiais e ter informações sobre grupos rivais. As autoridades conseguiram obter as informações por meio de mensagens interceptadas.

Entre as conversas, o miliciano Rodrigo dos Santos, o Latrell, chegou a receber comprovantes de depósitos feitos via PIX para compra de uma pistola. O armamento avaliado em R$ 11 mil seria entregue dentro de uma maleta.

Ainda segundo as investigações, durante uma conversa entre Matheus da Silva Rezende, conhecido como Faustão, que é sobrinho de Zinho, e Latrell, a dupla cogitava a compra de três fuzis avaliados em R$ 180 mil.

Em uma outra conversa, Latrell recebe uma oferta para comprar munição para os fuzis. O negociador afirma que são 50 caixas e que a munição é nova. 

Nas mensagens interceptadas, os milicianos conversavam sobre a movimentação de policiais na antiga Estrada Rio-São Paulo, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Durante as conversas, o miliciano Aguimar Barbosa Gomes, conhecido como Sassá, fala com Latrell que  possui um informante no Batalhão de Choque da Polícia Militar e que com a ajuda dele monitora a movimentação de carros da PM.