Skip to content

Segurança Pública

Operação prende dois e freia expansão do Comando Vermelho no Rio

Tiago Souza | Publicado em:

Reprodução

 





image


generate image?eliteImageId=56020&web=true&timestamp=1683301464382




align left
align center
align right
|
fullscreen
fullscreen








left



Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda:
Alinhar à direita:
Alinhar ao centro:
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Conteúdo Sensível:


  

Duas pessoas, sendo uma delas advogada, foram presas na manhã desta sexta-feira (5) durante operação do Ministério Público de Mato Grosso do Sul, por meio do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco). A advogada foi presa no Centro e o homem em Copacabana, na Zona Sul.

A operação Bloodworm tem objetivo de cumprir 92 mandados de prisão preventiva e 38 mandados de busca e apreensão. A operação acontece de forma simultâneas nas cidades sul-mato-grossenses de Campo Grande, Ponta Porã, Coxim, Dourados, Rio Brilhante, Sonora, São Gabriel do Oeste, Rio Verde de Mato Grosso e Dois Irmãos do Buriti e também nas cidades do Rio de Janeiro, Goiânia, Brasília, Paulo de Faria, em São Paulo, Várzea Grande, Cuiabá, Sinop, Cáceres, Marcelândia, Primavera do Leste, Vila Bela da Santíssima Trindade e Mirassol d’Oeste, no Mato Grosso.

No Rio, os presos foram levados para a Cidade da Polícia, no Jacarezinho, Zona Norte. Duas pessoas foram levadas para prestar depoimento como testemunhas.

Segundo o Ministério Público, as investigações duraram 15 meses. O trabalho dos investigadores permitiu descortinar a ação da facção criminosa Comando Vermelho. 

O objetivo do grupo criminoso era estruturar e expandir o CV no Mato Grosso do Sul, que se tornou importante rota do tráfico de drogas e de armas de fogo, em razão de sua posição geográfica (fronteira com o Paraguai e a Bolívia).

Segundo as investigações, a organização do Comando Vermelho no Mato Grosso (CV–MS) teve início a partir da união de propósitos entre as lideranças reclusas no interior da Penitenciária Estadual Masculina de Regime Fechado da Gameleira II, unidade prisional cujas rígidas regras de segurança não impediram o ingresso de aparelhos celulares para uso dos presos, o que se dava por intermédio de participação criminosa de policiais penais corrompidos e de advogado a serviço da facção. 

As investigações apontaram ainda que o uso dos aparelhos celulares e as ações de “pombo-correio” empreendidas por advogados que integram a facção permitiam o contato entre os presos e seus comparsas em liberdade, a fim de traçar o planejamento de crimes como roubos, tráfico de drogas e comércio de armas, que foram reiteradamente praticados e comprovados, cujo proveito serviu para o fortalecimento do Comando Vermelho MS.

Tiago Souza

Atuante no jornalismo desde 2014, acumulando experiências em diferentes meios de comunicação, como TV, rádio e portais de notícias. Possui facilidade para escrever em diferentes editorias, com destaque para pautas policiais e factuais no hard news. LinkdIn: @tiago-souza-21b29919a/

Notícias Relacionadas

Últimas Notícias

Prefeito de Itaboraí, Marcelo Delaroli desabafa sobre suspeita de câncer
Itaboraí

Prefeito de Itaboraí, Marcelo Delaroli desabafa sobre suspeita de câncer

Governo prorroga subvenção em 1 mês
Brasil & Mundo

Governo renova subvenção do diesel por mais 30 dias

ônibus de graça em Casimiro de Abreu
Região dos Lagos

Programa de ônibus gratuito será ampliado em Casimiro de Abreu, na Região dos Lagos

Niterói sedia Congresso Brasileiro de Energia Solar
Niterói

Niterói dá passo à tecnologia e sedia Congresso Brasileiro de Energia Solar