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Segurança Pública

Quadrilha que sequestrou família em Maricá é de São Gonçalo

Redação | Publicado em:

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74ª DP, Delegacia, Polícia Civil, prisão
Caso está sendo investigado pela 74ª DP (Alcântara). Foto: Arquivo/ Pedro Conforte



Policiais da Delegacia de Alcântara (74ª DP) avançaram na investigação a cerca do sequestro ocorrido na manhã desta terça-feira (20), na RJ-106, em Maricá, e descobriram que a quadrilha responsável pelo crime é de São Gonçalo. O prejuízo estimado para as vítimas dos bandidos supera a marca de R$ 100 mil, entre transferências bancárias e roubo do veículo utilizado pela família.



De acordo com a investigação inicial dos agentes da distrital, a quadrilha conta com criminosos especializados em sequestro-relâmpago e roubos de veículos e já haviam participado de outras ações nos últimos meses. Oriundos de diferentes localidades do município, eles obrigam as vítimas a realizarem transferências bancárias durante as ações, além de promoverem o terror durante os atos, que duram por mais de uma hora.



Ainda segundo os investigadores, os agentes realizarão novas diligências nos próximos dias com o objetivo de localizar e prender todos os integrantes da quadrilha.



O sequestro



Na ação desta terça-feira (20), quatro criminosos, a bordo de um veículo modelo Toyota Corolla, abordaram uma família na RJ-106, na altura de Ponta Negra, em Maricá, e realizaram o sequestro. Os familiares foram obrigados a realizarem transferências bancárias, que giraram em torno de R$ 70 mil, para os criminosos, além de ter o veículo, modelo Toyota Hilux, roubado.



Uma das vítimas estava indo realizar exames na hora do ocorrido, contou que temeu pelo pior durante a ação criminosa.



“Um dos criminosos estava armado e nos ameaçava a cada momento que a transferência dava errado. Em um dado momento, eles colocaram um projétil na minha mão e do meu marido e falaram: ‘isso aqui é a vida de vocês’. Eles chegaram a agredir o meu marido com uma coronhada e, depois disso tudo, deixaram cerca de R$ 100 para voltarmos para casa”, disse.



Após realizarem as transferências bancárias e ficarem por uma hora na mão dos criminosos, os familiares foram liberados no bairro Monjolos e registraram o ocorrido na Delegacia do Alcântara (74ª DP), na tarde desta terça-feira (20).


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