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Segurança Pública

Técnico de farmácia morto dentro de casa é sepultado no Rio

Redação | Publicado em:

Marcelo Tavares

    




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Familiares e amigos do auxiliar de farmácia Daniel dos Santos Campelo do Nascimento, de 31 anos, se despediram do rapaz na manhã desta terça (6) no Cemitério São Francisco Xavier, no Caju. Ele foi atingido nas costas dentro da casa de um amigo no último domingo (4), após confronto entre policiais e criminosos na rua Taborari, em Brás de Pina, na Zona Norte. 

Leia+: Manhã de guerra em praça termina com traficantes mortos no Rio

Daniel trabalhava no Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha e colegas de trabalho se reuniram para se despedir do rapaz. De acordo com o irmão do rapaz, Felipe dos Santos, de 29 anos, Daniel saiu do trabalho e estava indo para casa quando parou na casa de um amigo para se proteger dos tiros na região. 

Uma amiga informou que ele queria se mudar da comunidade por conta da violência e era brincalhão e gostava de ajudar os outros. “O Daniel era brincalhão e ajudava todo mundo e era sempre solicito. Ele tinha medo de ficar lá e queria se mudar para Saracuruna”, disse a farmacêutica Andréia Tavares, de 47 anos, que trabalhava no plantão com o rapaz. 

De acordo com informações da Polícia Militar, agentes do 16º BPM (Olaria) estavam em patrulhamento na Praça do Country quando viram criminosos armados. Os dois grupos trocaram tiros e dois criminosos foram atingidos.

 





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Um deles foi socorrido para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha, e outro morreu no local. A morte de Loran Azevedo Freaza, vulgo ‘Marrom’, que seria o chefe da favela das Cinco Bocas, no Complexo de Israel, foi confirmada pela polícia. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga o caso. 

Horas depois, a PM disse que foi informada sobre a morte de Daniel, mas, no momento em que souberam do caso, a ação dos policiais já havia sido encerrada. O caso também foi registrado na DHC. Segundo informações, Daniel morreu ainda no local. Ele deixa uma filha e uma namorada. 

Em nota, a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) informa que investiga o caso e que testemunhas foram ouvidas e outras devem prestar depoimento. Diligências também estão em andamento para esclarecer a origem do disparo que atingiu a vítima e as circunstâncias do fato.

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