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Saúde & Bem-Estar

Brasil será centro mundial para discutir osteoartrite

Redação |

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Brasil faz reunião para debater osteoartrite
A "artrose" atinge principalmente idosos a partir dos 60 anos. Foto: Reprodução

Chega na cidade de São Paulo, nos dias 27 e 28 de fevereiro, o ‘2nd South Atlantic Forum on Osteoarthritis’, o evento científico internacional que reunirá especialistas de todo o mundo para discutir os avanços no diagnóstico da osteoartrite, também conhecida popularmente como artrose. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença crônica afeta cerca de 600 milhões de pessoas em todo o mundo, número que exige atenção imediata.

O evento acontecerá no Centro de Convenções Rebouças, na capital paulista, e é promovido pela Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR). Nas reuniões, serão discutidos descobertas em diagnóstico, fenótipos, biomarcadores e processos inflamatórios, incluindo até novas estratégias medicinais para lidar com a doença.

Para o presidente da SBR, Dr. José Eduardo Martinez, o fórum representa um marco científico para o país.

“Estamos certos de que este será um grande acontecimento científico. Iremos trazer inovações e avanços recentes para a prática clínica”, destacou o doutor.

O evento também prevê temas como avanços em intervenções intra-articulares, manejo da dor, exercícios terapêuticos, sarcopenia associada à osteoartrite, uso de ortobiológicos e intervenções emergentes, incluindo o debate sobre a acupuntura no tratamento da osteoartrite, prática que vem ganhando destaque no exterior

A osteoartrite como tema global

A osteoartrite é a inflamação progressiva na cartilagem articular e nas estruturas ósseas adjacentes do corpo, atingindo principalmente mãos e pernas, o que resulta em dor, rigidez e limitação de movimentos, com forte impacto na qualidade de vida. Segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia, a doença corresponde a cerca de 30% a 40% das consultas em ambulatórios no país.

A condição afeta principalmente pessoas acima dos 50 anos e pode se manifestar de diferentes formas. O tratamento é voltado ao controle dos sintomas e à preservação da função articular, junto de abordagens farmacológicas e não farmacológicas, com destaque na educação do paciente, prática regular de exercícios, reabilitação física e mudanças no estilo de vida.

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