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Saúde & Bem-Estar

OMS emite alerta para aumento de casos de sarampo

Redação | - Atualizado 1 semana atrás

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Sarampo tem alta extrema de casos de sarampo na América
Doeça causa principalmente febre e manchas vermelhas pelo corpo. Foto: Freepik

A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), braço da Organização Mundial da Saúde (OMS), emitiu um alerta para os países da América sobre o aumento expressivo de casos de sarampo no continente. Em comparação com os últimos dois anos, a doença cresceu em quase 23 vezes.

No ano passado, em 2025, foram registrados quase 15 mil casos de sarampo em todo o continente americano. Este ano, o cenário preocupa ainda mais. Segundo o Opas, apenas em janeiro, foram registrados mais de 1 mil casos, número quase 45 vezes maior comparado aos casos de 2025, no mesmo mês.

A maior concentração de casos é na América do Norte. Em 2025, México (6.428), Canadá (5.436) e Estados Unidos (2.242) responderam por quase 95% dos casos no continente. Em 2026, os três países aidna concentram boa parte do registro, em cerca de 92%, com 948 casos confirmados.

O que é o sarampo?

Segundo a OMS, o sarampo pode ser entendido como uma doença viral, altamente contagiosa, e que pode gerar complicações graves à saúde, e até levar a morte, se não tratada a tempo.

Os principais sintomas do sarampo incluem: febre, tosse, coriza, perda de apetite e conjuntivite, além da presença de manchas vermelhas na pele que começam no rosto e se espalham pelo corpo, fator que particulariza a doença.

Casos no Brasil

No Brasil, no ano passado, foram registrados cerca de 38 casos de sarampo, boa parte em pessoas sem qualquer histórico de vacinação. Neste ano, até o momento, ainda não há confirmação de casos conhecidos no país. Apesar do aumento entre 2024 e 2025, o Brasil mantém um status livre do sarampo, segundo a OMS.

Vacinação é essencial

Ainda de acordo com a organização, a vacina é a principal forma de prevenir o sarampo e está disponível no Brasil, de forma gratuita, pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A rede prevê a primeira dose da vacina tríplice viral aos 12 meses de idade e a segunda aos 15 meses. Pessoas de até 59 anos que não tenham comprovante, ou não tenham completado o esquema neste período, devem atualizar a carteira.

Via EBC

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Redação

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