Skip to content

Política

PSL confirma rompimento com Witzel no Estado do Rio

Redação | Publicado em:

Imagem não disponível


abr vac abr 24061917625
Witzel, Flávio e Jair em encontro no Palácio do Planalto. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil



Em reunião na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), na tarde desta segunda-feira (16), o Partido Social Liberal (PSL) confirmou o rompimento com a base do governador Wilson Witzel (PSC). Os deputados do partido do presidente Jair Bolsonaro (PSL) cumpriram a ordem do senador Flávio Bolsonaro, atual presidente estadual da sigla.



O líder da bancada do partido na Alerj, Dr. Serginho, foi o porta-voz do comunicado. Por nota, o deputado informou que o rompimento aconteceu por divergência de posicionamentos com o governador.



“A bancada do PSL na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), por orientação do senador Flávio Bolsonaro, presidente estadual do PSL-RJ, não está na base do governo na Alerj a partir desta segunda-feira (16), por discordar de posicionamentos políticos do governador. Os 12 deputados do partido reiteram o compromisso com o Estado do Rio de Janeiro”, afirmou a nota oficial.



Na sexta-feira (13), o deputado federal Carlos Jordy (PSL) já havia comentado sobre o ‘rompimento total’, como consequência de uma prepotência de Witzel.



“[Ele] foi eleito na onda Bolsonaro, tinha plena certeza disso e agora acha que ganhou a eleição sozinho. Disse que Bolsonaro não o ajudou e sim ele que ajudou o Bolsonaro”, argumentou Jordy, que ressaltou ainda a perda para a base do governo na Casa.



“Um grave erro que prejudica a todos. Agora ele [Witzel] pode comprometer a gestão do Governo do Estado porque perdeu 12 deputados de 46 [base do governo], perdeu um quarto dos deputados que iriam ajudá-lo em várias questões importantes. E também a nível federal com o rompimento pode prejudicar a recuperação fiscal. O maior prejudicado é o cidadão do Estado”, completou.



Motivo



Na semana passada, Witzel afirmou em entrevista que foi eleito por mérito próprio, negando que o apoio do então candidato a presidência, Jair Bolsonaro, tenha sido fundamental para sua vitória. Além disso, ele ainda confirmou sua pré-candidatura à presidência. Para o PSL, esta postura foi considerada uma grave traição.



Mas essa não foi a primeira vez que o rompimento havia sido cogitado. Em janeiro a bancada do PSL já havia ameaçado romper com o governador por conta do apoio a André Cecíliano (PT) a candidatura a presidência da casa.



O governador não emitiu resposta sobre a decisão do PSL.


Notícias Relacionadas

Últimas Notícias

Rio

Mãe morre ao tentar separar briga entre filha e adolescentes no Rio

Segurança Pública

Operação contra rede de violência sexual prende mais um assessor do Psol em Niterói

São Gonçalo

São Gonçalo divulga calendário de matrículas da rede municipal para 2027

São Gonçalo

São Gonçalo leva vacinação à Ceasa nesta quarta; veja quais doses estarão disponíveis