Skip to content

Região

Tribunal do Rio já tinha determinado retirada de navio da Baía

Redação | Publicado em:

Marcelo Eugênio

 





image


generate image?eliteImageId=45987&web=true&timestamp=1668532147293




align left
align center
align right
|
fullscreen
fullscreen








left



Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda:
Alinhar à direita:
Alinhar ao centro:
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Conteúdo Sensível:



 

A Marinha do Brasil confirmou que iria abrir uma investigação para apurar o que teria ocorrido com o navio São Luiz, que colidiu com a Ponte Rio-Niterói, na última segunda-feira (14). A corporação ainda informou que o navio em questão está envolvido em um processo judicial. Foi verificado que, por causa do processo, ficou determinado que a embarcação tinha que ser retirada da Baía de Guanabara em julho de 2020, o que não ocorreu. 

As informações do G1 indicam que já havia um relatório técnico da Capitania dos Portos do Rio de Janeiro que indicava que o navio em questão apresentava risco à navegação, com risco de potencial poluição hídrica e também às instalações existentes na Baía e na Ponte. 

LEIA+: Ponte Rio-Niterói é totalmente liberada após colisão de navio 

LEIA+: Mais uma pista é liberada na Ponte Rio-Niterói após colisão

 
LEIA+: Ponte segue com faixas interditadas após colisão de navio

LEIA+: Navio que colidiu com a Ponte Rio-Niterói está abandonado há anos 

LEIA+: Vídeo mostra navio desgovernado que bateu na Ponte Rio-Niterói 

O juíz Wilney Magno de Azevedo Silva, responsável pelo caso, já tinha determinado que a empresa dona da embarcação retirasse o navio do local para evitar riscos ao meio ambiento e à população ‘caso a embarcação se solte da área de fundeio’. 

Depois da determinação do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, a multa diária caso o navio permanecesse no local era de R$ 1 mil. O navio está no local desde 2016, mas desde 2018 não tinha mais tripulação. 

 





image


generate image?eliteImageId=45988&web=true&timestamp=1668532147298




align left
align center
align right
|
fullscreen
fullscreen








left



Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda:
Alinhar à direita:
Alinhar ao centro:
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Conteúdo Sensível:



 

A colisão do navio não comprometeu a estrutura da ponte, segundo a Ecoponte e a Defesa Civil. Uma vistoria foi feita nesta manhã de terça (15) e duas vias da pista amanheceram interditada. Ambas, no entanto, já foram liberadas e o fluxo segue normalmente. 

A empresa que era dona do barco deveria pagar uma dívida de R$ 6.697.260,63 a Docas pelo uso da área de fundeio na Baía.  

Um empresário tentou comprar a embarcação há cerca de dois anos, mas não conseguiu por uma série de problemas. O navio parado acabava contaminando a água da Baía com ferrugem e óleo, dentre outros dejetos. 

A Marinha chegou a dizer que “a destinação da embarcação “SÃO LUÍS” é objeto de processo judicial. Enquanto aguarda a decisão judicial, a embarcação permanecia fundeada em local predefinido pela Autoridade Marítima, na Baía da Guanabara, desde fevereiro de 2016, sem oferecer riscos à navegação.”

Um Inquérito sobre Acidentes e Fatos de Navegação (IAFN) será instaurado para apurar causas,circunstâncias e responsabilidades do acidente”.

Ainda segundo o G1, trabalhadores que viviam em condições análogas à escravidão também foram resgatados na embarcação em 2021. O resgate foi feito por agentes da Superintendência Regional do Trabalho do Rio de Janeiro (SRT/RJ).

Em nota, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) informou que “o controle das embarcações ancoradas na Baía de Guanabara e abandonadas é atribuição da Marinha do Brasil.

O Inea atua em caso de acidentes envolvendo derramamento de óleo ou de produtos nocivos, que resultem em dano ambiental. O acidente de ontem não vislumbra risco ambiental. O navio não estava em movimentação e encontra-se vazia de óleo e combustível. Também não há risco de afundamento e vazamentos.”

A Secretaria do Ambiente e Clima, da Prefeitura do Rio, disse que “todas as medidas preventivas serão tomadas, fazendo as cobranças e notificações necessárias aos responsáveis pelo abandono de embarcações na Baía de Guanabara, a fim de não haver mais incidentes de grandes proporções como o ocorrido na noite de ontem, que impactou a rotina de milhares de pessoas. Além disso, é preciso considerar o grande risco de contaminação da água por conta do vazamento de óleo dessas embarcações. O devido monitoramento quanto à poluição ao meio ambiente também será cobrado junto aos responsáveis.”

O ENFOCO tentou contato com o advogado da empresa, mas não obteve resposta até o momento. 

Colisão de navio com a Ponte

A Ponte Rio-Niterói foi completamente fechada nos dois sentidos após um navio desgovernado colidir com a mesma na tarde desta segunda-feira (14). A informação foi confirmada pela Polícia Rodoviária Federal.

Em imagens, é possível ver que o navio é grande. A sua estrutura, que o segurava no fundo do mar, estava muito enferrujada e arrebentou nesta segunda, não resistindo a pressão que os ventos exerciam, com isso o navio ficou à deriva, fazendo então com que ele colidisse com a estrutura da ponte.

Na noite de segunda, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, se posicionou e, após conversar com a EcoRodovias, concluiu que a colisão da ponte não apresentava consequências mais graves. 

Notícias Relacionadas

Últimas Notícias

Trump questiona resultado da eleição no Brasil e diz que gosta de Lula: 'Fraudada'
Brasil & Mundo

Trump questiona eleição no Brasil, mas diz gostar de Lula: ‘Fraudada’

São Gonçalo prorroga atendimento de carreta de tomografia até sábado (31)
São Gonçalo

São Gonçalo prorroga atendimento de carreta de tomografia até sábado (31)

STF aceita denúncia contra blogueiro por atos antidemocráticos de 8 de janeiro
Brasil & Mundo

STF aceita denúncia contra blogueiro por atos antidemocráticos de 8 de janeiro

Em Portugal, Lula vence Flávio Bolsonaro
Brasil & Mundo

Lula vence Flávio em Portugal, mas perde nos Estados Unidos; confira