Skip to content

Segurança Pública

MPRJ denuncia envolvidos na morte de policial civil

Redação | Publicado em:

Ouvir notícia

Ouvir notícia
Reprodução

 





image


generate image?eliteImageId=35581&web=true&timestamp=1652997514831



align left
align center
align right
|
fullscreen
fullscreen







left



Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda:
Alinhar à direita:
Alinhar ao centro:
Fullscreen:
Fullscreen Exit:


  

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou, nesta quinta-feira (19), por homicídio qualificado e fraude processual, os quatro envolvidos na morte do policial civil Renato Couto de Mendonça, ocorrida no último dia 13 de maio. 

De acordo com a denúncia, da 2ª Promotoria de Justiça junto ao III Tribunal do Júri da Capital, o militar Bruno Santos de Lima atirou no policial, na Praça da Bandeira, e contou com a ajuda dos também militares Daris Fidélis Motta e Manoel Vítor da Silva Soares, além do seu próprio pai, Lourival Ferreira de Lima. Em seguida , Bruno, Manoel e Daris colocaram a vítima na van da Marinha e jogaram-na do alto de uma ponte sobre o Rio Guandu.

Leia+: Policial morto por militares atuou em tragédia de Petrópolis

Leia+: Laudo aponta que policial levou três tiros e morreu afogado

O documento relata que o crime foi cometido por motivo torpe, uma vez que a vítima ameaçou fechar um ferro-velho explorado por Bruno e Lourival, no citado bairro da Zona Norte do Rio, caso não fosse ressarcida por bens que teriam sido furtados de sua casa, e que teriam sido receptados pelo estabelecimento.

Além disso, o homicídio foi praticado por asfixia (afogamento), já que Renato foi jogado ainda vivo no Rio Guandu por Bruno e Daris, com a ajuda de Manoel.

 





star


Documento relata que o crime foi cometido por motivo torpe



align left
align center
align right
|
fullscreen
fullscreen







left



Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda:
Alinhar à direita:
Alinhar ao centro:
Fullscreen:
Fullscreen Exit:


  

A denúncia também cita que o crime foi cometido mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima, já que, no dia do assassinato, Lourival atraiu o policial para o estabelecimento, com a promessa de lhe ressarcir, e Renato foi surpreendido pelos três militares, que o atacaram e, no caso de Daris e Manoel, o seguraram para que Bruno pudesse efetuar os disparos. Daris também ajudou a colocar a vítima no interior da van que os levou ao local, com o intuito de levá-la até a ponte, enquanto Manoel dirigiu o veículo.

Com relação à fraude processual, o denunciado Lourival recolheu, do local onde aconteceram os disparos, os estojos ejetados da arma de fogo utilizada por Bruno, com o intuito de induzir a erro a perícia criminal, mesma prática utilizada pelos outros três denunciados que, após a vítima ser arremessada no Rio Guandu, lavaram os vestígios de sangue existentes no veículo utilizado para consumar o crime.

Notícias Relacionadas

Últimas Notícias

Temporal provoca alagamentos e quedas de árvores em diferentes bairros do Rio.
Rio

Chuva forte coloca Rio em Estágio 2 e provoca alagamentos e quedas de árvores

Região

Temporal faz dia virar noite em Niterói e região

Mar agitado no litoral durante passagem de frente fria com previsão de ventos fortes.
Região

Marinha alerta para ventos de até 65 km/h no litoral do Rio

Seleções de futsal disputam as semifinais da Finalíssima 2026 na Arena Niterói.
Esportes

Brasil vence Argentina e vai decidir a Finalíssima de Futsal 2026 contra a Espanha