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Política

Defesa quer liberdade de Lula nesta sexta-feira

Redação | Publicado em:

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Foto/Arquivo/Paulo Pinto/AGPT



Após decisão do Supremo Tribunal de Federal (STF) contra a validade da execução provisória de condenações criminais, conhecida como prisão após a segunda instância, os advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, emitiram uma afirmando que irão entrar com pedido nesta sexta-feira (8) para que haja sua imediata soltura de Lula. Ele está preso desde abril do ano passado na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, após condenação por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá.



“Após conversa com Lula nesta sexta-feira levaremos ao juízo da execução um pedido para que haja sua imediata soltura com base no resultado desse julgamento do STF, além de reiterarmos o pedido para que a Suprema Corte julgue os habeas corpus que objetivam a declaração da nulidade de todo o processo que o levou à prisão em virtude da suspeição do ex-juiz Sergio Moro e dos procuradores da Lava Jato, dentre inúmeras outras ilegalidades”, declaram os advogados Cristiano Zanin Martins e Valeska T. Martins, que defendem o ex-presidente.



Horas antes da decisão do STF, o ex-presidente havia declarado que era inconstitucional a prisão após segunda instância. Além disso ele afirmou que sairá mais à esquerda de quando foi preso. Quem transmitiu a mensagem foi o presidente do PT (Partido dos Trabalhadores) Gleisi Hoffmann, o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto e coordenador nacional do MST, João Paulo Rodrigues. Eles estiveram em Curitiba e conversaram com o ex-presidente nesta quinta-feira (7).



O então juiz Sérgio Moro condenou Lula por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá em julho de 2017. No ano seguinte o Tribunal Regional Federal da 4º Região confirmou a decisão. Em abril de 2019 o Supremo Tribunal Federal também acompanhou a decisão de Moro.



Lula está preso desde abril de 2018 em uma cela especial na sede da Polícia Federal em Curitiba.


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