Skip to content

Segurança Pública

Técnica resgata celular usado como prova contra anestesista

Redação | Publicado em:

Ouvir notícia

Ouvir notícia
Marcelo Tavares

 





image


generate image?eliteImageId=38437&web=true&timestamp=1658154193596



align left
align center
align right
|
fullscreen
fullscreen







left



Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda:
Alinhar à direita:
Alinhar ao centro:
Fullscreen:
Fullscreen Exit:



 

Uma técnica de enfermagem, de 36 anos, do Hospital da Mulher Heloneida Studart, em São João de Meriti, esteve nesta quinta-feira (14) na Delegacia de Atendimento a Mulher (Deam) da Baixada Fluminense para resgatar o telefone celular usado para fazer as imagens do anestesista Giovanni Quintella Bezerra estuprando uma paciente após o parto.

O aparelho foi periciado pelo Instituto de Criminalística Carlos Éboli para comprovar que não houve nenhum tipo de manipulação no aparelho. Nas imagens, o médico fica mais de 10 minutos, naquela posição, junto a cabeça da paciente, que está inerte, totalmente dopada e que, vez por outra, é puxada pela cabeça pela mão do anestesista.

Leia+: Polícia investiga se 30 mulheres foram vítimas do anestesista

Leia+: Equipe de enfermagem que flagrou abuso pode ganhar honra na Alerj

Leia+: Anestesista acusado de estupros tem licença médica suspensa

Enquanto a equipe médica está concentrada na sutura da paciente, o anestesista fica do outro lado, junto a cabeça da paciente, no centro cirúrgico, protegido por um tipo de capa enorme, que não é usada normalmente por anestesistas.

Ele fica com o ombro encostado junto ao pano usado para separar a equipe médica do anestesista, arrumando o pano sempre que foge do seu ombro. A finalidade é ficar mais escondido, para praticar o crime contra uma pessoa indefesa e vulnerável. 

No domingo (10), o anestesista Giovanni Bezerra participou de três cirurgias de cesariana. O marido da segunda mulher, que teve gêmeos no Hospital da Mulher, esteve na tarde desta quinta, prestando depoimento à polícia. Ele deixou a delegacia sem conversar com os jornalistas.

A primeira mulher que teve filho no domingo, chegou acompanhada do advogado, usando um capuz e também deixou a delegacia sem falar com os repórteres. O advogado disse apenas que ela tem 30 anos e é mãe solo.

Exame de HIV

A titular da Deam, delegada Bárbara Lomba, informou que não descarta pedir na Justiça que o anestesista seja obrigado a fazer um exame de HIV. A delegada disse que a mulher estuprada durante o parto tomou um coquetel anti-HIV no domingo, seguindo o protocolo para os casos de violência sexual.

Medidas

O governador Cláudio Castro visitou nesta quinta pela manhã o Hospital da Mulher Heloneida Studart. “Fiz questão de parabenizar a coragem da equipe que denunciou esse monstro [o médico Giovannni Bezerra] anestesista que está preso e no lugar que merece”.

Castro disse ainda que determinou para a Secretaria de Saúde a revisão de todos os protocolos e procedimentos. “O governo do Estado já está dando toda assistência à vítima e o apoio para a equipe que atuou no caso. Meu compromisso é garantir que uma atrocidade como essa não volte a se repetir”.

Notícias Relacionadas

Últimas Notícias

Cantor Mumuzinho, que estava entre as atrações dos shows adiados no Horto do Fonseca, em Niterói.
Niterói

Temporal adia show de Mumuzinho em Niterói

Temporal provoca alagamentos e quedas de árvores em diferentes bairros do Rio.
Rio

Chuva forte coloca Rio em Estágio 2 e provoca alagamentos e quedas de árvores

Região

Temporal faz dia virar noite em Niterói e região

Mar agitado no litoral durante passagem de frente fria com previsão de ventos fortes.
Região

Marinha alerta para ventos de até 65 km/h no litoral do Rio