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Mulher é presa por torturar e jogar gata do 12º andar de prédio

Redação | Publicado em:

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O animal foi torturado antes de ser lançado pela janela/ Foto: Polícia Civil do Paraná

Uma mulher chilena foi presa em flagrante nesta quinta-feira (5) após arremessar uma gata do 12º andar de um edifício localizado no centro de Curitiba, no Paraná. Segundo o neto da mulher, ela não gostava de gatos e episódios de violência contra o animal eram recorrentes.

De acordo com o delegado Guilherme Dias, moradores do prédio relataram ter ouvido os miados do animal. Ao observarem pelas janelas, testemunhas presenciaram o momento em que a gata foi lançada para fora do apartamento.

Ainda de acordo com o delegado o animal foi torturado antes de ser lançado pela janela. “Ela estava sendo torturada e, por isso, as testemunhas colocaram a cabeça para fora, porque estavam escutando os gritos de terror da gata”, afirmou Dias.

Apesar da queda, a gata sobreviveu, mas sofreu traumatismo cranioencefálico, contusão pulmonar e uma hemorragia grave na região da bexiga. Antes de atingir o solo, a gata bateu no prédio vizinho. O animal está sob cuidados veterinários na Organização Não Governamental Força Animal.

Maus-tratos a animais

O começo de 2026 foi marcado por uma série de episódios de violência contra animais que ganharam repercussão nacional. Em Florianópolis, Santa Catarina, o cachorro Orelha morreu após sofrer agressões na Praia Brava, no início de janeiro.

As investigações apontaram que a morte do animal não ocorreu em decorrência de ataques praticados por várias pessoas, como se chegou a divulgar inicialmente. A apuração indicou que a agressão fatal teria sido cometida por um único adolescente. Após o ocorrido, o jovem chegou a viajar para os Estados Unidos em uma excursão escolar, mas retornou ao Brasil antes do previsto a pedido das autoridades. À época, a defesa do suspeito afirmou que a conclusão da investigação se baseava em “indícios circunstanciais”.

Ainda na Praia Brava, outro caso chamou atenção. O cão Caramelo foi alvo de uma tentativa de afogamento, conseguiu sobreviver e acabou sendo adotado pelo delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel.

Na cidade de São Paulo, um cachorro comunitário foi morto com dez disparos de arma de fogo no bairro Jardim Três Marias, na zona leste da capital, no dia 18 de janeiro. A Polícia Civil paulista trabalha para identificar o autor dos tiros.

No interior do Paraná, em Toledo, o cão Abacate morreu em 27 de janeiro após ser atingido por um disparo. Moradores do bairro Tocantins chegaram a socorrer o animal e levá-lo a uma clínica veterinária particular, mas ele não resistiu. A Polícia Civil do Paraná informou que investiga o caso para identificar o responsável.

Também no dia 27, em Campo Bom, no Rio Grande do Sul, o cão Negão foi baleado por um policial militar. A Secretaria da Segurança Pública do Estado informou que determinou a abertura de investigação pela Corregedoria da Brigada Militar para apurar a conduta dos agentes e as circunstâncias do dispa

Com Agência Brasil…

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