Skip to content

Política

STF recusa pedido da Alerj e mantém presidente do TJ como governador no Rio

Redação | Publicado em:

Zanin, do STF, recusa pedido da Alerj e mantém desembargador no Governo do Rio
Cristiano Zanin, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Foto: STF/ Reprodução

O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou, nesta sexta-feira (24), que o desembargador Ricardo Couto de Castro, presidente do Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ), permaneça no cargo de governador interino do estado do Rio de Janeiro. Com a decisão, o pedido do récem-nomeado presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Douglas Ruas (PL), para assumir a vaga foi negado.

Na decisão, Zanin afirmou que o posto do desembargador deve ser preservado até que o prenário da Corte decida, de forma definitiva, como será realizada as eleições para o mandato-tampão no Rio.

“Neste momento, não há nada a ser provido. O plenário do STF explicitou que, até nova deliberação, permanecerá no cargo o presidente do Tribunal de Justiça, com todos os poderes e prerrogativas inerentes à Chefia do Executivo“, declarou o ministro.

A permanência do desembargador atende um pedido do PSD, liderado pelo ex-prefeito Eduardo Paes, que se manifestou após Ruas acionar o ministro Luiz Fux, do STF, em tentativa apelativa de assumir a interinidade do governo até as eleições.

Via EBC


Caos e briga pelo Governo do Rio

O clima é de tensão para a vaga de governador no Estado do Rio de Janeiro. A confusão acontece devido às ausência de representantes disponíveis para assumir o cargo.

Em março, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) declarou a inelegibilidade do ex-governador Cláudio Castro, que renunciou a vaga pouco tempo antes de ser condenado. Vice de Castro, Thiago Pampolha, ficou impossibilitado de assumir por abandonar o cargo e assumir o Tribunal de Contas do Estado em 2025.

O cargo seria preenchido, então, pelo presidente da Alerj, mas foi impossibilitada, já que a cadeira permaneceu vazia após a prisão do ex-presidente da casa, Rodrigo Bacellar (União Brasil), detido pela Polícia Federal (PF).

O julgamento sobre o modelo de eleição, direta ou indireta, será decidido no STF e está suspenso desde o dia 9 de abril, devido a um pedido de vista do ministro Flávio Dino. Ele aguarda a publicação oficial do acórdão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que tornou Cláudio Castro inelegível para liberar o processo para votação.

Notícias Relacionadas

Últimas Notícias

Agentes da Polícia Federal durante operação contra esquema ilegal de fornecimento de internet no Rio de Janeiro.
Segurança Pública

PF mira monopólio da internet pelo tráfico em operação no Rio

Desafios da segurança pública no Rio de Janeiro
Segurança Pública

Operação policial mobiliza 200 PMs em comunidades de Madureira

Região

Veja a previsão do tempo para Niterói e Rio nesta semana

Oportunidades estão distribuídas por diferentes regiões da cidade e incluem 211 postos exclusivos para pessoas com deficiência.
Rio

Rio tem 1.799 vagas de emprego, incluindo 500 para PCD