O Brasil parou para acompanhar, nesta semana, a morte de Helena, a bebê de 10 meses que teria sido vítima de estupro e homicídio em Fortaleza, no Ceará. O crime ocorreu na madrugada da última segunda-feira (13), em um apartamento no bairro Dionísio Torres, onde dois homens suspeitos de envolvimento no crime foram levados presos.
De acordo com a Polícia Civil do Ceará, a mãe da criança acreditava, inicialmente, que a filha estava engasgando e decidiu levá-la para uma unidade hospitalar por conta própria, temendo a demora da chegada do Corpo de Bombeiros. No pronto-socorro, médicos tentaram reanimar Helena, mas a bebê acabou falecendo por asfixia. No local, a equipe de profissionais identificou sinais de lesões físicas e alertou a mãe de que a criança havia sido abusada sexualmente.
Com base na confirmação médica, a Polícia Militar do Ceará foi acionada para o caso e, chegando no apartamento da mãe, levaram presos em flagrante dois suspeitos: o companheiro da mãe, com quem mantinha um relacionamento casual, e o primo dele. Além deles vizinhos e outras pessoas que frequentavam a residência também foram conduzidos à delegacia para depor.
No primeiro momento, as prisões foram registradas como flagrante pelo crime de estupro de vulnerável seguido de morte. Mais recentemente, porém, a Justiça do Ceará converteu o flagrante para prisão preventiva, visto que a perícia criminal da Polícia Civil ainda não teve laudo confirmando as acusações.
Segundo relatos nas redes sociais, o sepultamento da criança, que ocorreu nesta terça-feira (14), ficou marcado pelo sentimento de dor e angústia, onde a mãe da vítima teria desmaiado e precisado de cadeira de rodas para se recompor.