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Segurança Pública

Justiça mantém preso motociclista que atropelou e matou pedestre durante fuga da PM na Zona Oeste do Rio

Redação | Publicado em: - Atualizado 3 meses atrás

Motociclista preso após atropelamento em Cosmos teve a prisão preventiva decretada pela Justiça após audiência de custódia. Saiba os detalhes.
Decisão da Justiça foi tomada em audiência de custódia após parecer favorável do Ministério Público; investigado responderá por uma série de crimes relacionados ao caso - Foto: Divulgação / TJ-RJ

A Justiça do Rio de Janeiro manteve preso o motociclista investigado por atropelar e matar um pedestre durante uma tentativa de fuga da Polícia Militar, em Cosmos, na Zona Oeste da capital. A prisão em flagrante foi convertida em preventiva durante audiência de custódia realizada na quarta-feira (22), após manifestação favorável do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ). O caso agora seguirá para o juízo responsável pela ação penal.

A decisão foi tomada com base nos elementos reunidos durante a investigação inicial. Segundo o Ministério Público, há indícios suficientes da prática de diversos crimes atribuídos ao investigado, entre eles homicídio, desobediência, adulteração de sinal identificador de veículo automotor e condução de veículo sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

A promotoria também destacou que a materialidade dos fatos está respaldada por depoimentos de testemunhas, registros fotográficos, laudos periciais, documentos médicos relacionados ao atendimento da vítima e demais provas colhidas durante a prisão em flagrante.

De acordo com o processo, Marcos Vinicios de Brito Marques conduzia uma motocicleta sem placa de identificação. Ele também não possuía habilitação e transportava uma passageira, sendo que ambos estavam sem capacete.

Ao receber ordem de parada de policiais militares, o motociclista teria desobedecido à determinação e iniciado uma fuga pelas ruas de Cosmos. Durante a perseguição, atingiu Ronaldo José Araújo, de 59 anos.

A vítima sofreu ferimentos graves e morreu ainda no local, transformando a ocorrência em um caso de grande repercussão na região.

Ainda segundo o Ministério Público, os policiais encontraram com o investigado um frasco contendo cloreto de metileno, substância popularmente conhecida como “loló”. O material foi apreendido e integra o conjunto de provas encaminhadas às autoridades responsáveis pelo caso.

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