Um homem foi preso em flagrante por suspeita de estupro de vulnerável contra uma menina de 11 anos, no bairro Vista Alegre, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. Segundo a mãe da criança, o caso aconteceu por volta das 18h deste sábado (24), enquanto a menina brincava na rua com outras crianças.
Em relato ao Enfoco, a mãe afirmou que o homem, vizinho da avó da vítima, teria abraçado a menina à força e apalpado os seios dela. Após o episódio, a criança contou o que havia acontecido à tia e, em seguida, ao pai.
Ao tomar conhecimento do relato, o pai entrou em contato com a mãe, que acionou a Polícia Militar pelo telefone 190. Segundo ela, a intenção era impedir que o homem deixasse o local antes da chegada dos policiais.
“Eu liguei para a polícia para evitar que ele fugisse do local”, relatou.
Mãe relata medo e preocupação
A mãe, de 31 anos, que trabalha como recepcionista e mora no bairro Apollo 2, em Itaboraí, contou que a filha está assustada após o episódio. Ela também afirmou que soube, por meio de uma tia da menina, de relatos anteriores de suposto assédio envolvendo outras crianças.
Segundo a mãe, a parente teria relatado que as duas filhas dela também já haviam sido vítimas de situações semelhantes atribuídas ao homem. Esses relatos, no entanto, não foram confirmados oficialmente pela polícia.
A mulher disse esperar que o acusado permaneça preso e demonstrou preocupação com a possibilidade de outras crianças terem sido vítimas.
“Com a minha filha foi a primeira vez, mas ele já assediou outras crianças. A própria tia dela contou que ele já fez isso com as duas filhas dela, mas ela apenas dialogou com ele. Espero que ele fique preso, porque eu acredito que ele já fez coisa pior, já que esse comportamento dele já é coisa recorrente. Eu fui até a casa dele e o agredi e impedi que ele fugisse”, relatou a mãe da vítima.
Prisão em flagrante
De acordo com a 74ª DP (Alcântara), o homem foi conduzido à delegacia por policiais militares e preso em flagrante pelo crime de estupro de vulnerável. Ainda segundo a Polícia Civil, o caso foi encaminhado à Justiça.
A identidade do acusado não foi divulgada oficialmente pela Polícia Civil. A investigação deve apurar as circunstâncias do caso e os fatos relatados pela família.