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Acusados de chacina no Rio são mortos após ataque a polícia em MG

Redação | Publicado em:

Divulgação/Polícia Civil de Minas Gerais



Foram mortos, na sexta-feira (11), dois autores dos assassinatos de Marcos Roberto de Cássio, de 52 anos; Luís Otávio Campos de Cássio, de 31 anos; Rodrigo Dionísio Cássio, de 28 anos; e Luís Miguel Campos de Cássio, de 8 anos.

Após o crime, cometido em Resende, Região Sul Fluminense do Rio de Janeiro, a dupla fugiu para o município de Paraguaçu, em Minas Gerais.



Com apoio da Polícia Civil mineira, as equipes da 89ª DP (Resende) foram até uma fazenda prender os suspeitos. Os criminosos reagiram e atiraram nos agentes, que revidaram.

Dois autores foram mortos e três armas de fogo foram apreendidas. Um policial civil de Minas Gerais foi baleado na perna, socorrido e passa bem.

“Esse bárbaro crime chocou toda a região. A equipe da delegacia de Resende trabalhou com muito empenho desde o início, a investigação foi feita, os autores foram identificados e o crime foi esclarecido. Os dois executores fugiram para Minas Gerais, mas nossa equipe os encontrou”, disse o titular da 89ª DP, delegado Rodolfo Atala.

O crime



O assassinato de três homens e uma criança no sítio localizado na zona rural de Resende, no Sul Fluminense, teria sido motivado porque os autores tiveram conhecimento de que uma das vítimas receberia quase R$ 60 mil pela venda de um lote de gado. A informação é da Polícia Civil.

Agentes da 89ª DP (Resende) prenderam, na última quarta-feira (9), um suspeito de envolvimento no crime. No entanto, outros dois ainda eram procurados.

Marcos Roberto de Cássio, de 52 anos; os filhos dele, Luís Otávio Campos de Cássio, de 31 anos, dono do sítio; Rodrigo Dionísio Cássio, de 28 anos; e o menino Luís Miguel Campos de Cássio foram mortos com tiros na cabeça.

Os corpos das vítimas foram encontrados em uma cova rasa dentro da propriedade, próximo a um córrego, no início da última semana.

De acordo com as investigações, os acusados souberam que Luís Otávio receberia quase R$ 60 mil pela venda de um lote de gado. Ainda segundo a 89ª DP, o menino Luís Miguel foi morto porque conhecia um dos envolvidos.

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