Skip to content

Brasil & Mundo

Bolsonaro descarta aumento do valor de auxílio emergencial

Redação | Publicado em:

Imagem não disponível


Bolsonaro
Bolsonaro descartou a manutenção do atual valor de R$ 600. Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil



Na próxima semana, deve ser divulgado o calendário de pagamento da terceira e última parcela prevista de R$ 600 para o auxílio emergencial. A possibilidade do anúncio foi feita pelo presidente Jair Bolsonaro em sua live semanal pelas redes sociais e também disse que está em discussão a hipótese de pagamento de novas parcelas do auxílio emergencial.



Bolsonaro descartou a manutenção do atual valor de R$ 600. “A gente não pode gastar mais R$ 100 bilhões. Se nós nos endividarmos muito, a gente extrapola nossa capacidade de endividamento. Estamos com a taxa Selic [taxa básica de juros da economia] a 3%, o juro a longo prazo baixou bastante, se nós não tivermos cuidado a Selic pode subir. Cada vez mais o que produzirmos de riqueza vai para pagar dívidas”, disse.



O presidente estima que com gastos com o auxílio emergencial, mais as despesas de saúde e o socorro a estados e municípios, entre outras iniciativas, o Tesouro Nacional já tenha gasto R$ 1 trilhão.



Durante a transmissão, o presidente explicou a recriação do Ministérios das Comunicações fundindo com as atribuições da Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República. “Vamos tentar melhorar as comunicações do governo, mas o grande trabalho é as comunicações como um todo no Brasil”, salientou.



“Temos uma questão pela frente que é [a rede de banda larga móvel] 5G. Nós faremos o melhor negócio levando em conta vários aspectos não apenas o econômico. Vamos atender os requisitos da soberania nacional, da segurança das informações, segurança de dados, e também [de] política externa”, completou.



Como já havia informado no Twitter, o presidente disse que sancionou com oito vetos o Projeto de Lei  1.179/2020 que, segundo ele disse na rede social, dá “poderes aos síndicos de restringir a utilização de áreas comuns e proibir a realização de reuniões e festividades inclusive nas áreas de propriedade exclusiva dos condôminos.”



“Se algo parecido tiver que ser implementado no condomínio, na convenção o pessoal [conjunto de moradores] vota e decide o que bem entender”, explicou na live.



Agência Brasil



Publicada às 09h30


Notícias Relacionadas

Últimas Notícias

Esportes

Olho no apito! CBF escolhe árbitro para decisão entre Vasco e Palmeiras em São Januário

Segurança Pública

Acusados de tráfico são presos em comunidade de Niterói

Policiais civis participam de operação contra fraudes bancárias e invasões de sistemas em Jacarepaguá, no Rio.
Segurança Pública

Polícia Civil faz operação contra fraudes bancárias em Jacarepaguá

Segurança Pública

Polícia investiga esquema de furto de cabos que envolve 25 funcionários de concessionária no Rio