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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) publicou neste domingo (20) uma foto mostrando como ficou a barriga após a cirurgia abdominal que fez no último domingo (13). A imagem foi postada no perfil dele no X (antigo Twitter) e mostra pontos cirúrgicos e um dreno no lado esquerdo do abdômen.
Segundo Bolsonaro, a foto foi tirada neste domingo, enquanto os médicos faziam a limpeza da área operada e avaliavam o curativo central e o dreno. Ele continua internado na UTI do hospital DF Star, em Brasília.
Na publicação, Bolsonaro afirmou que segue com o quadro estável. De acordo com ele, ainda não está liberado para comer e continua recebendo nutrição por via venosa. Também faz sessões diárias de fisioterapia, consideradas mais intensas, como parte do processo de recuperação.
Ele disse que está em repouso absoluto e que as visitas continuam proibidas por recomendação médica. Não há previsão de alta da Unidade de Terapia Intensiva.
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“Por enquanto, ainda sigo sem alimentação oral, recebendo nutrição por via venosa, e realizando sessões diárias e mais acentuadas de fisioterapia para acelerar minha recuperação. A recomendação médica é de repouso absoluto, sem visitas, e ainda não há uma data definida para alta da UTI”, declarou.
O ex-presidente aproveitou a postagem para agradecer as mensagens que tem recebido. “Agradeço imensamente a todos que têm enviado orações e mensagens de apoio. Elas fazem diferença”, escreveu.
Novo boletim médico
Mais cedo, o hospital DF Star divulgou um novo boletim. O comunicado informou que Bolsonaro está com a pressão arterial controlada e com boa evolução clínica.
Na véspera, o hospital havia informado que o ex-presidente teve uma alteração na pressão, que foi controlada ainda no sábado (19).
Sobre a cirurgia
A cirurgia do dia 13 foi feita para corrigir problemas no intestino e na parede abdominal, consequências do atentado que sofreu em 2018. Segundo o cardiologista Leandro Echenique, que integra a equipe médica, essa foi uma das cirurgias mais complexas desde o episódio da facada.
O procedimento durou 12 horas. Os médicos descobriram que o intestino delgado estava dobrado, o que dificultava o trânsito intestinal. A equipe liberou aderências que estavam causando a obstrução e reconstruiu parte da parede abdominal.
Desde 2018, Bolsonaro já passou por sete cirurgias relacionadas ao atentado.