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Manoel Marins, pai da niteroiense que caiu no vulcão desativado na Indonésia, está viajando ao país para acompanhar as buscas pela filha nesta segunda-feira (20). Pelos stories do Instagram, ele agradeceu ao governo brasileiro que enviou reforços para as buscas e informou que está em escala em Lisboa, Portugal, mas sem previsão de quando vai sair do país europeu.
“O espaço aéreo do Catar foi fechado e o vôo, obrigatoriamente, passa por lá. Não sei o que a companhia aérea vai fazer, se vai ser possível viajar hoje para lá, não tenho a menor ideia. Continuamos pedindo a Deus que dê uma solução para tudo, inclusive para a nossa viagem que queremos e precisamos chegar lá em Bali para acompanhar o resgate da Juliana”, disse Manoel.
Com o aumento da tensão ocasionada pelos conflitos recentes no Oriente Médio, o governo do Catar fechou temporariamente o espaço aéreo do país para proteger os seus cidadãos, residentes e visitantes.
Segundo autoridades brasileiras, a publicitária ainda está abaixo de 350 metros de onde os socorristas conseguiram alcançar o local exato do penhasco no Monte Rinjani, na Indonésia. A situação gerou revolta nos familiares, que mais uma vez protestaram nas redes sociais. Já são mais de 60 horas desde o momento do acidente.
Com os recentes ataques do Irã, que lançou mísseis contra bases dos Estados Unidos no Catar e no Iraque, ainda não há previsão de quando o espaço aéreo será reaberto.