Depois da repercussão de um vídeo onde aparece agredindo um entregador de móveis, a pastora Renata Vieira, deu novas opiniões sobre o caso. Em nova declaração, a pré-candidata a deputada estadual pelo PL de Minas Gerais afirmou que percebeu que caiu em uma ‘armadilha‘ do diabo no episódio de agressão.
Segundo Renata Vieira, a polêmica não passou de uma ‘cilada de Satanás‘, onde uma conspiração teria supostamente arquitetado o desentendimento entre ela e o entregador para que resultasse em agressões. Desde que os vídeos do ocorrido foram divulgados na internet, a pastora constantemente publica, nas redes sociais, vídeos ‘desvendando’ o caso.
A conspiração, de acordo com ela, foi armada por vizinhos, pelo síndico e pelo próprio entregador, que ela enfatizou ser agente da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Em vídeo publicado nas redes, ela afirmou que se sente de ‘coração grato’, após perceber a suposta tramoia, confessando que caiu em uma ‘arapuca’ de uma força inimiga maior. Até o momento, não foram apresentadas provas concretas que comprovem as acusações da pré-candidata.
Após o episódio, Renata Vieira também afirmou ter procurado o Ministério Público de Minas Gerais para adotar medidas contra pessoas que teriam feito cometido crimes virtuais contra ela e a família dela.
A pastora, o sofá e o entregador
O caso ocorreu na última sexta-feira (17), na Região Metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais, quando a pastora aguardava a entrega de um sofa comprado para o próprio apartamento.
Ao chegar no condomínio, no entanto, o entregador teria notado que o movél não cabia no elevador do prédio e, por estar realizando o serviço sozinho, a subida dos lances de escada com o sofá era uma tarefa inviável. Ao notar que o funcionário voltaria atrás com a entrega, Renata Vieira teria coagido o entregador e partido para a agressão.
Na versão do funcionário, que se confirmou com o registro das câmeras de segurança do prédio, a pastora agrediu o entregador e teria mentido sobre ter sido agredida por ele. O relato foi confirmado pelo síndico, que declarou ter visto a pré-candidata agredindo o rapaz em um dos pontos cegos do pátio, onde não haviam câmeras.
O caso é investigado pela Polícia Civil de Minas Gerais.