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Brasil & Mundo

Professor de canto ofereceu ‘chá de sêmen’ para alunas; ele foi preso

Redação | Publicado em:

Reprodução



Um professor de canto foi preso na última sexta-feira (25) em Luzimangues, distrito de Porto Nacional, no estado do Tocantins, sob a suspeita de oferecer uma bebida contendo sêmen a suas alunas, sob o pretexto de melhorar suas cordas vocais, e de filmá-las ingerindo o líquido sem o consentimento delas. A prisão em flagrante foi convertida em preventiva durante audiência de custódia realizada neste domingo (27).

A Polícia Civil chegou ao caso após uma das alunas perceber uma alteração na bebida oferecida pelo professor e acionar as autoridades na noite da última sexta-feira. Na residência do suspeito, foram apreendidos dois frascos contendo o suposto sêmen e um aparelho celular, que teria sido utilizado para gravar as vítimas. O material apreendido passará por análise pericial.



No sábado (26), o irmão do acusado entregou um HD externo à Central de Atendimento à Mulher, em Palmas. De acordo com o Termo de Declaração, o familiar relatou à delegada ter encontrado o dispositivo em uma escrivaninha no quarto do professor, onde ele reside com os pais.

Ao verificar o conteúdo do HD, o irmão identificou pelo menos quatro vídeos de mulheres ingerindo o líquido suspeito. Além disso, foram encontrados um vídeo do professor se masturbando e filmando crianças em um lote, bem como diversas fotos de mulheres em diferentes locais de Luzimangues. O irmão informou à polícia que havia várias pastas no HD contendo material ilícito.

O caso será agora investigado pela 72ª Delegacia de Polícia do Distrito de Luzimangues.

Diante da gravidade das acusações, a família do acusado publicou uma nota de repúdio em suas redes sociais. No comunicado, expressam “profundo sofrimento” e se solidarizam com as possíveis vítimas e seus familiares, manifestando o desejo de que a justiça seja feita.

O irmão do suspeito, que é empresário, também emitiu uma nota separada esclarecendo que a menção de sua empresa no perfil de Instagram do acusado ocorreu em um período em que o professor prestou serviços, entre setembro e outubro de 2023, e que desde então ele estava afastado de qualquer atividade ligada ao seu negócio.

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