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Região

Inea avalia instalar placas de perigo em pedra de Itacoatiara

Ezequiel Manhães | Publicado em:

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O Inea esclarece que realiza trabalho de orientação para utilização destas áreas nos dias em que o mar está em ressaca. Foto: Arquivo/Vítor Soares



O militar da Marinha Máyron Guimarães de Lima, de 26 anos, que desapareceu na Praia de Itacoatiara, em Niterói, após uma pesca com amigos, ainda não foi encontrado pelo Corpo de Bombeiros. Os trabalhos de buscas foram retomados às 6h desta sexta-feira (15). Já são mais de 30 horas de buscas.



A fatalidade ocorreu na Pedra do Pampo, próximo à “beiça”, na região da Prainha, na noite da última quarta (13). Amigos da vítima contaram que durante a pesca o homem escorregou e caiu no mar. As testemunhas também relataram terem visto ele se debater e após isso a vítima sumiu.



Bombeiros afirmam que, nos últimos dias, o mar de Itacoatiara tem estado mais agitado. As ondas chegavam a molhar a pedra, deixando bastante escorregadia.



Placas



Falta de sinalização fixas em pontos estratégicos da pedra e até mesmo marcação proibindo o acesso a determinados trechos, foram denúncias apresentadas por frequentadores, após o acidente.



Ao Enfoco, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) informa que já analisa alguns pontos específicos onde placas informativas poderão ser instaladas, com o objetivo de ajudar os pescadores e visitantes na identificação destes locais como perigosos.



O local da Pedra do Pampo, onde aconteceu o acidente, na Praia de Itacoatiara, está inserido na Zona de Amortecimento da Reserva Extrativista Marinha de Itaipu (Resex Itaipu) e o Parque Estadual da Serra da Tiririca.



O Inea esclarece que realiza trabalho de orientação para utilização destas áreas nos dias em que o mar está em ressaca.



Buscas



A Marinha do Brasil também deu assistência nas buscas por Máyron, nesta quinta (14), com apoio de um helicóptero pertencente ao Comando da Força Aeronaval, além de um Aviso de Patrulha e uma moto aquática. A corporação disse que as buscas seguem padrões técnicos e consideram os efeitos de correntes de deriva e ventos observados na área.



A corporação esclarece, também, que mantém contato com os familiares do militar, prestando apoio e informando sobre as operações de buscas.



A participação da sociedade pode ser feita pelos telefones 185 (número para emergências marítimas e pedidos de auxílio), (21) 2104-5480 e (21) 97299-8300 (diretamente com a CPRJ, para outros assuntos, inclusive denúncias).


Ezequiel Manhães

Jornalista com experiência em hard news e produção audiovisual, tendo como foco reportagens factuais, especiais e conteúdos multimídia. Atua com rapidez, comprometimento e precisão na apuração, tendo como destaques coberturas de temas como política, economia, cidades, segurança pública e comportamento. LinkedIn: @ezequiel-manhães-b073921b3

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