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Niterói

Silêncio marca despedida do policial civil morto em Niterói

João Alves - Estagiário sob Supervisão |

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Péricles Cutrim

O silêncio marcou o enterro do corpo do policial civil Carlos José Queiroz Vianna, de 59 anos, que aconteceu na tarde desta terça-feira (7), no cemitério Parque da Colina, em Pendotiba, Niterói. A família e amigos não quiseram dar declarações.

No enterro, a família do policial impediu que a imprensa entrasse no cemitério. Policiais de diferentes delegacias compareceram, incluindo agentes da 29 DPª (Madureira), onde Carlos era comissário, mas nenhum quis se manifestar. 


Relembre o caso 

Carlos José foi morto a tiros, na manhã de segunda (6), em frente a sua casa, ao sair para botar o lixo para fora, em Piratininga, Região Oceânica de Niterói. Os disparos vieram de homens dentro de um carro branco, que fugiram logo após o crime. Três suspeitos foram presos poucas horas depois, entre eles dois PMs.

De acordo com a Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG), o motivo do crime ainda não é claro, mas uma das linhas de investigação é execução, uma vez que já foi descoberto que o agente já vinha sendo monitorado.

Também é investigada a relação entre os presos e a quadrilha do bicheiro Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, que aposta no contrabando de cigarros, além dos jogos ilegais. O bando do contraventor atua em Caxias, onde os acusados foram encontrados.

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João Alves - Estagiário sob Supervisão