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Região

Profissionais da educação paralisam atividades no Rio

Redação | Publicado em:

Marcelo Tavares

 





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Os profissionais da rede municipal de educação do Rio deram início a uma greve nesta quarta-feira (1°), com objetivo de reivindicar a recomposição salarial, o descongelamento dos triênios e dos planos de carreiras das categorias não contempladas. A paralisação seguirá durante 24 horas e foi organizada pelo Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (Sepe-RJ).

A realização do ato teve início com uma assembleia presencial às 9h, na quadra da Escola de Samba Estácio de Sá, na Zona Norte. Eles buscaram unificar os demais servidores públicos na sede da prefeitura em Cidade Nova. Em seguida, os profissionais realizaram uma caminhada até a prefeitura do Rio. 

“O prefeito Eduardo Paes continua se negando a receber a representação do funcionalismo, mesmo com apoio formal de 32 vereadores para a abertura de canal de negociação entre o Executivo e os servidores. O documento com o apoio dos parlamentares já foi protocolado na prefeitura”, publicou o sindicato em nota.

Outra questão mencionada pelos servidores é sobre a reivindicação do reajuste salarial de 22,77%, sendo o último reajuste realizado em março de 2019. Eles também levam em consideração o aumento no desconto previdenciário de 11% para 14%.

Questionada, a secretaria municipal de educação não respondeu sobre as demandas exigidas pelos servidores até o fechamento desta reportagem.

Reivindicações

– Descongelamento dos Triênios;

– Implementação do 1/3 de planejamento extraclasse, com tratamento isonômico para toda a categoria;

– Reajuste do auxílio alimentação, congelado há 10 anos;

– Direito à migração de 40h: o Sepe reivindica transparência nas listas dos classificados, inclusive com a publicação no Diário Oficial por ordem de chamada, e também transparência nos valores pagos e descontados no contracheque;

– Respeito ao direito à origem para os funcionários e professores;

– Pagamento do triênio (adicional por tempo de serviço) para os secretários escolares na gratificação por desempenho, no cargo técnico GD;

– Contra o fechamento de turmas e berçários;

– Valorização dos profissionais da Educação Especial;

– Respeito à  carga horária (8 horas e não 9 horas, sem hora de almoço inserido nas 40h);

– Volta do pagamento do adicional de qualificação para o funcionário administrativo.

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