Skip to content

Segurança Pública

Caso Vítor: Comissão de Direitos Humanos da Alerj ouve pai de lutador morto em SG

Redação | Publicado em:

Imagem não disponível


media 07012022 124307ComDirHum 05 01 2022 RafaelWallace 3760
Encontro aconteceu na tarde desta sexta-feira (7). Foto: Rafael Wallace



A Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro recebeu nesta sexta-feira (7), na sede da Alerj, o pai do lutador de boxe e muay thai, Vítor Reis de Amorim, de 19 anos, que foi morto no último dia 29 de dezembro, em São Gonçalo, Região Metropolitana do Rio, numa operação policial.



O pai do jovem, Vaneuci Ferreira de Amorim, de 58 anos, falou à Comissão que teme que a morte do seu filho não seja esclarecida.



“Eu quero que todos vejam que o meu filho era inocente e que fique provado que ele nunca foi bandido. Meu medo é que esse seja mais um caso a não ser resolvido, como outros tantos”, disse Vaneuci, contando que seus vizinhos querem eternizar a memória de Vítor Reis dando o seu nome ao campo de futebol do bairro. “Saio desta reunião com a certeza de que não estou sozinho nessa batalha”, concluiu.



A presidente da Comissão, deputada Dani Monteiro (Psol), salientou que uma das ações do grupo será reforçar a necessidade dessa investigação ser encaminhada à Delegacia de Homicídios da Capital.



“Um dos eixos de encaminhamento da Comissão é garantir que a Polícia Civil produza uma análise isenta e que traga elementos técnicos, que ajudem a elucidar o que, de fato, ocorreu naquela situação. Por isso, entendemos que é muito importante que este processo não fique na 73º Delegacia de Polícia de Neves, em São Gonçalo, e seja levado para a Delegacia de Homicídios, na Barra da Tijuca, que é a mais pertinente ao caso”, esclareceu a deputada.



A Defensoria Pública do estado, representada pelo ouvidor geral Guilherme Pimentel, comentou sobre a segurança pública no Rio de Janeiro. O Ministério Público tem feito uma investigação paralela à realizada pela Polícia Civil.



“O MP-RJ tem uma atuação autônoma, onde já existe um procedimento investigatório instaurado. Neste momento, nossa maior preocupação é realizar um atendimento humanizado à família do Vítor”, apontou Patrícia Leite Carvão, promotora de Justiça.


Notícias Relacionadas

Últimas Notícias

Marina Ruy Barbosa é chamada de 'Bandida' por primo de seu ex-noivo, Abdul Fares
Celebridades

Marina Ruy Barbosa é chamada de ‘Bandida’ por primo de seu ex-noivo, Abdul Fares

Royalties de petróleo arrecadação
Região

Rio, Maricá e Angra lideram repasses de royalties no RJ; veja o ranking

Esportes

Presidência da Fifa ganha novo candidato para enfrentar Gianni Infantino

Gerente de mercado vai parar na delegacia após ação do Procon no Rio
Interior

Gerente de supermercado vai parar na delegacia após ação do Procon no Rio