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Segurança Pública

Defesa de Jairinho alega ter sido impedida de transitar no tribunal

Redação | Publicado em:

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Lucas Alvarenga

 





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A audiência de julgamento do ex-vereador Jairo de Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, nesta segunda-feira (13) começou com polêmica, depois que a defesa do réu alegou que estava sendo impedida de transitar pelas dependências do Tribunal de Júri do Rio. O ex-parlamentar é acusado da morte do enteado, o menino Henry Borel. 

Leia+: Caso Henry Borel: Justiça nega suspensão de depoimento de Jairinho

Leia+: Defesa de Jairinho promete ‘reviravolta’ no processo

A sessão estava marcada para começar às 9h, no entanto só iniciou às 12h. “Fui chamado de sínico”, alegou o advogado Cláudio Delladone, que conduz a defesa de Jairinho.  

O advogado diz que a decisão da juíza  Elizabeth Machado acontece por conta do último embate na sessão do último dia primeiro.

“Eu vou transitar livremente, é um direito do advogado de se manifestar. É lamentável a postura da magistrada, eu fui xingado, chamado de sínico e deselegante. Ela informou que na sessão passada eu quase a agredir, o que não é verdade”. 

O advogado informou ainda que Jairo irá responder todas as perguntas que forem deferidas. 

 







Audiência caso Henry Borel no Tribunal de Justiça do Rio (#1)
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Manifestação

Manifestantes se reuniram na entrada do TJ e cobraram justiça pela morte do menino Henry. Leniel Borel, pai biológico da criança, esteve na manifestação e subiu para acompanhar a audiência.

“Eram três pessoas naquele apartamento. Uma não tem como contar o que aconteceu, porque não está mais aqui. Agora as outras duas decidiram não falar a verdade”, desabafou o engenheiro. 

Caso

Henry Borel morreu em março de 2021 depois de dar entrada em um hospital particular na Barra da Tijuca. A direção médica diz que o menino já chegou morto na unidade e que tentou de tudo para reanimá-lo. 

O laudo do IML aponta que Henry tinha fratura por todo o corpo. A perícia também descartou a hipótese de acidente doméstico, como alegou Jairinho e a ex-namorada Monique Medeiros, mãe do menino. 

Um mês após a morte de henry, o casal foi preso em um imóvel em Bangu. A Polícia Civil e o Ministério Público indiciou os dois pelo crime. 

O inquérito concluiu que Henry foi morto após sofrer sessões de torturas. 

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